“As pessoas estão a descobrir a hospitalidade portuguesa que é única e com ela uma diversidade de motivos de interesse que existe no Centro”, referiu Pedro Machado, presidente do Turismo do Centro de Portugal.

A opção de fazer férias no interior, em Portugal, é uma tendência cada vez mais confirmada pelo setor turístico. O tempo de confinamento levou a que as famílias procurassem destinos nacionais em prol da sua segurança, nomeadamente no interior do país.

Esta tendência é também confirmada pelo Presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, à agência Lusa, confirmando que “a média de noites reservadas no total das oito comunidades intermunicipais (Região de Aveiro, Viseu Dão-Lafões, Região de Coimbra, Serra da Estrela, Região de Leiria, Médio Tejo, Oeste e Beira Baixa) que integram a região de turismo do centro “cresceu de 1,6 para 1,9″, aproximando-se das duas noites de estadia média, uma meta há muito estabelecida”. Sob o mote “descubra um pais dentro de um país”, acrescenta Pedro Machado, os objetivos têm vindo a ser cumpridos.

Já na rede de Aldeias do Xisto, que agrega 27 localidades (17 das quais entre as serra da Lousã e Açor), o seu diretor exectivo, Rui Simões, manifesta alguma cautela quanto a números, pois a procura turística na rede alterou os seus parâmetro, e tem vindo a adaptar-se às novas “exigências” das famílias.

Na rede de Aldeias Históricas de Portugal, composta por 12 localidades (em Coimbra, Guarda e Castelo Branco), a dinamização turística passou pela alteração da calendarização para “12 em Rede – Aldeias em festa”, de setembro a novembro.

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