No dia em que é conhecida a exclusão de Portugal dos corredores aéreos britânicos, as reações não se fizeram esperar.

Após conhecimento oficial de que Portugal estará novamente fora dos corredores aéreos, a Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, afirma que exclusão do corredor aéreo britânico tem “consequência muito relevante”, embora  “nem todas as regiões estão altamente dependentes do Reino Unido”, como é o caso da região Centro.

Num ano difícil e em que enfrentamos uma pandemoa mundial, Rita Marques afirma ainda a permanente tentativa de enfrentar a crise, referindo ainda que “devemos de estar orgulhosos deste esforço coletivo. Eu tenho testemunhado que temos vindo escrupulosamente a cumprir as regras, a utilizar as máscaras, a desinfeção das mãos, a etiqueta respiratória. E, portanto, acho que temos que nos orgulhar destes nossos comportamentos. Haverá o tempo em que nos entenderão”.

O presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, disse à Lusa que a saída de Portugal continental da lista de países seguros do Reino Unido “nunca é uma boa decisão” para o país. O mercado do Reino Unido não é “um mercado decisivo” para a região Centro, mas “tem impactos indiretos, porque sempre que o Reino Unido faz notícia de que coloca Portugal” de fora do seu corredor turístico prioritário “os outros mercados reagem negativamente”.

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