Serras da Gardunha, Penha Garcia, Talhadas, Malcata, Cabeço Rainho e Muradal, abrigam uma enorme biodiversidade e riqueza geológica, permitindo observar aves raras e em vias de extinção ou, simplesmente, admirar paisagens e processos geológicos de grande interesse internacional.
Para além das serras, destaca-se o Geopark Naturtejo, incluindo o Monumento Natural das Portas de Ródão que marcam a paisagem.
Sabia que?
Idanha-a-Nova é um território com três classificações da UNESCO – Cidade Criativa da Música, Geoparque e Reserva da Biosfera – e premiado como a Melhor Bio-Região da Europa em 2023, pela União Europeia.
Em Castelo Branco existem ambientes únicos de espaços infinitos e com natureza de grande biodiversidade. No Parque Natural do Tejo Internacional é possível realizar atividades de birdwatching ou passeios de barco com paisagens deslumbrantes. A Serra da Gardunha é outro ex-líbris do concelho, que permite a realização de percursos BTT, passeios pedestres, trails e ainda realizar voos de Asa Delta, Paramotor e Parapente. Para momentos de descontração sem sair da cidade a Piscina-Praia de Castelo Branco dispõe de uma atmosfera tropical de águas cristalinas, revelando-se um verdadeiro oásis que merece ser visitado na época estival.
Há quem diga que Oleiros deriva de olleiros, ‘olheiros ou olhos de água, vulgo nascentes’, por na vila se acharem algumas fontes? Oleiros emerge no alargado vale junto à ribeira apertada entre as pertenças ao Estreito, Oleiros e Sertã, com o seu casario branco mesclado pela parda cor xistosa. Junto à ribeira, florescem os campos de cultivo e vasto arvoredo de sombra refrescante.
Penamacor foi habitat natural do Lince-ibérico, que partilhou a área protegida da Reserva Natural da Serra da Malcata com uma extraordinária diversidade de fauna e flora.
O turismo de natureza em Proença-a-Nova é vasto e convida-o a percorrer vários percursos pedestres, incluindo a Grande Rota da Cortiçada com 130 quilómetros, que o levam a visitar a história desde os tempos pré-históricos até às invasões francesas, pontes antigas, moinhos, azenhas e levadas, miradouros naturais com vistas impressionantes, caminhos pelo xisto, o local de nidificação dos grifos ou os geomonumentos de importância reconhecida pela UNESCO. Pode também escalar, saltar de paraquedas, andar de paramotor, percorrer os trilhos de BTT ou de trail. A água, abundante e cristalina, corre de forma calma, tendo sido aproveitada para acolher praias fluviais que são garantia de relaxamento.
O concelho da Sertã é propício para a prática de outros desportos como passeios TT, BTT, percursos pedestres e geocaching. Faz parte da primeira estância de Wakeboard do mundo, possuindo um dos cinco cable parks da região do Médio Tejo: o Cable Park do Trízio. As condições excecionais da Albufeira de Castelo do Bode tornam o Rio Zêzere um local de excelência para passeios náuticos e para a prática de diversos desportos.
Como tão bem convida Proença-a-Nova… Desperte para o Interior! A Beira Baixa e todos os seus concelhos são mágicos!
Aventure-se por lugares ímpares
Geopark Naturtejo
Este território reconhecido pela UNESCO possui uma das mais densas redes de percursos pedestres, de pequena e grande rota, do país. São mais de 1000 km de trilhos e caminhos rurais para a descoberta da sua Natureza, milenar história e vibrante cultura, correspondendo à malha unificadora dos múltiplos polos de atração para um turismo ativo. Sob a temática da Geodiversidade e paisagens encontram-se homologadas a Grande Rota do Muradal-Pangeia, em Oleiros, a Rota dos Fósseis, em Penha Garcia, a Rota das Minas, em Segura, a Rota dos Barrocais, em Monsanto, a Geo-Rota do Orvalho, os Segredos do Vale Mourão, em Proença-a-Nova, o Caminho do Xisto de Foz do Cobrão, a Rota da Gardunha, em Castelo Branco e os Trilhos do Conhal, em Santana. Para além das rotas marcadas, o Geopark apresenta anualmente um calendário de percursos temáticos originais, sempre com uma forte componente multidisciplinar e local, onde os protagonistas são os seus habitantes.
Monumento Natural das Portas de Ródão – Vila Velha de Ródão
Na passagem do rio Tejo por Vila Velha de Ródão, surgem as Portas de Ródão, que se distinguem pela sua exposição e beleza natural. No leito do rio repousa o Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo sendo que, nas suas margens, foram descobertos vestígios pré-históricos de interesse internacional.
O Monumento Natural das Portas de Ródão é um dos sete monumentos naturais classificados pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas.
Área protegida de grande riqueza patrimonial natural, as Portas de Ródão servem de habitat à maior colónia de grifos de Portugal. Este é um local privilegiado para a investigação da História Natural do Rio Tejo, assim como de fauna e avifauna. Podem-se observar mais de 116 espécies, muitas em vias de extinção e outras raras.
GPS: 39.647866, -7.681506
T (+351) 272 540 312
www.tejo-rupestre.com
Parque Natural do Tejo Internacional
Considerado um dos mais relevantes da Europa. O Parque Natural do Tejo Internacional tem um património natural de grande riqueza devido à sua biodiversidade e que permanece ainda em estado puro.
Aqui coexistem harmoniosamente centenas de espécies animais e vegetais com núcleos humanos tradicionais.
Este Parque Natural abrange uma área em que o rio Tejo constitui a fronteira entre Portugal e Espanha e que é, hoje, reserva da Biosfera da UNESCO.
Portas do Almourão – Proença-a-Nova
Situada entre Sobral Fernando (Proença-a-Nova) e a Aldeia do Xisto da Foz do Cobrão (Vila Velha de Ródão), corresponde à garganta do rio Ocreza.
A paisagem contínua selvagem, magnificada pelas escarpas quartzíticas, pelas imponentes dobras tectónicas e pelo profundo rasgão que é o vale do Ocreza. Do ponto de vista arqueológico, destaca-se a conheira de Sobral Fernando, antiga exploração aurífera romana de aluvião. Para desfrutar da beleza desta paisagem deslumbrante, sugere-se a realização do percurso pedestre PR3 – Rota das Conheiras e PR6 – Viagem aos Ossos da Terra, com início em Sobral Fernando.
www.naturtejo.com
Reserva Natural da Serra da Malcata
Situada entre os concelhos do Sabugal e de Penamacor, esta Reserva tem como objetivo primário a proteção e conservação do lince ibérico, uma espécie em vias de extinção, que aqui encontra um abrigo natural, sendo o símbolo da Reserva. Estas belas paisagens convidam o viajante a percorrer os seus trilhos, fazer BTT e canoagem.
https://natural.pt
Serra de Alvéolos
Também conhecida por Cabeço da Rainha, esta serra pertence ao Maciço Ibérico e está situada no concelho de Oleiros, numa zona de mato e pinhal. Com extensão de 2O km de comprimento e altitude máxima de 1.084m.
www.cm-oleiros.pt
Serra do Muradal
Com uma extensão de 15km de comprimento, esta serra atravessa o concelho de Oleiros.
A enorme muralha quartzítica prolonga-se pelo rio Zêzere até ao seu ponto mais elevado, no Batouco. A importância geológica desta serra é ponto de partida para o Trilho Internacional dos Apaláches-Grande Rota do Muradal-Pangeia, que une Portugal aos Estados Unidos da América que, em tempos, o Oceano Atlântico separou.
www.cm-oleiros.pt
Serra da Penha Garcia e Campina de Toulões – IBA
Esta região, em Idanha-a-Nova, caracteriza-se por uma elevada diversidade de habitats que englobam desde áreas planas, zonas abertas com montado de azinho e áreas de matagal mediterrânico a sul. A norte, uma zona serrana, rica em afloramentos quartzíticos, matos mediterrânicos, sobreirais e pinhais.
www.cm-idanhanova.pt
Parque Ambiental do Tejo / Foz do Enxarrique – Vila Velha de Ródão
Localizado junto ao Porto do Tejo, no limite da área urbana de Vila Velha de Rodão, o Parque Ambiental do Tejo foi criado de forma a valorizar a estação arqueológica da Foz do Enxarrique, um dos sítios arqueológicos e paleontológicos mais importantes a nível internacional. Para além de um conjunto de estruturas e painéis informativos sobre a sua importância cultural e científica, no local existe uma escavação-escola destinada à prática continuada de trabalho de campo e um
espaço verde de recreio e lazer, onde se destaca a ponte pedonal sob a foz da ribeira do Enxarrique.
GPS: 39.649815, -7.670078
T (+351) 272 540 312
Complexo Moageiro de Penha Garcia / Casa dos Fósseis – Idanha-a-Nova
Conjunto de moinhos, levadas, palheiros, fornos, entre outros, integrado no cenário natural majestoso de Penha Garcia. Percorra a história da
moagem entre os séculos XVI e XX. Não perca a Casa dos Fósseis, onde se encontram expostos centenas de fósseis únicos.
Vale do Ponsul | Penha Garcia
Centro de Ciência Viva da Floresta – Proença-a-Nova
Visitar o Centro Ciência Viva da Floresta é um convite para tocar, sentir os cheiros e os materiais da floresta, imaginar e aprender experimentando. Há desafios para todas as idades, onde se dá a conhecer a floresta como fonte de bem-estar, fonte de vida e fonte de riqueza. Para além da exposição permanente, existem módulos no exterior que convidam a descobrir a Floresta de Ciência, os seus charcos, o posto de vigia, o plantário e a Casa da Floresta.
Jardim do Paço Episcopal – Castelo Branco
Classificado como Monumento Nacional o Jardim do Paço Episcopal é um dos exemplares mais originais do barroco em Portugal. Dedicado a S. João Baptista, foi encomendado pelo Bispo da Guarda, D. João de Mendonça (1711-1736). Este admirável jardim é dominado por balcões, varandas e balaústres de cantaria. Dispõe de cinco lagos com jogos de água. Aqui o elemento água é apresentado como purificador, num cenário que remete o visitante para uma dualidade entre o terreno e o divino. É sem dúvida um jardim repleto de simbologia.
GPS: 39.82868, –7.49450
T (+351) 272 330 358 | geral@albigec.pt

Miradouro Geomorfológico das Corgas
Integrado na rota do Geopark Naturtejo, este geomonumento proporciona panorâmicas perante as quais ninguém fica indiferente. Aqui o olhar alcança dezenas de quilómetros até à curiosa forma da Serra das Talhadas, testemunho de um vasto oceano que a erosão dos tempos quase apagou da memória da terra.
GPS: 39.799085, -7.893079
T (+351) 274 670 000
Moinhos de Água e de Vento
Eram das infraestruturas mais comuns, principalmente de água, localizados junto às ribeiras que atravessam o concelho. A maioria deste património deixou de ser utilizada. Atualmente, alguns moinhos são visitáveis mediante marcação prévia no Posto de Turismo.
GPS Moinho de Vento do Pergulho: 39.689580, -7.899516
T (+351) 274 670 000
Ponte Romana
Se as pedras que formam o pavimento irregular da ponte da Pracana falassem, teriam 20 séculos de história para contar. Falariam do desenvolvimento do comércio de vinho e azeite durante a ocupação romana da Península e do esforço de viajantes vergados por trajetos de dias ou mesmo semanas de viagem. Situada na fronteira entre os concelhos de Proença-a-Nova e Mação, a ponte romana terá sido construída entre o século I a. C. e o primeiro século da era cristã. O tabuleiro inclinado da ponte assenta sobre seis arcos de dimensões diferenciadas, com os dois maiores ao centro e decrescendo para as extremidades.
Junto à Estrada Nacional 351, após São Pedro do Esteval
GPS: 39.624267, -7.851428
Portas do Almourão
Para além da beleza das fragas quartzíticas rasgadas pelo rio Ocreza, avistam-se espécies raras de fauna e flora. Este é, sem dúvida, um local a escolher para observação de espécies de aves ameaçadas na Europa, como a cegonha preta e a águia-de-bonelli. É também nesta zona que se localizam vários sectores e vias da Escola de Escalada de Proença-a-Nova.
GPS: 39.735283, -7.748823
T (+351) 274 670 000
Torre de Vigia da Serra das Talhadas
A Torre de Vigia da autoria do Arquiteto Siza Vieira, no topo da Serra das Talhadas, oferece uma vista de 360º sobre Proença-a-Nova e os concelhos vizinhos. Para além de local privilegiado de observação da paisagem, com 16 metros de altura, serve também a função de posto de vigia durante o período crítico da época de incêndios. Ao lado, o Cruzeiro da Serra das Talhadas recorda a religiosidade do povo das aldeias vizinhas. Este ponto da Serra das Talhadas é acessível por uma estrada de terra, a partir do parque de caravanas do Chão do Galego. Pode ainda ser percorrido a pé, através do percurso pedestre PR6.
GPS: 39.774079, -7.774829
Dicas a não perder…
Centro de Interpretação Ambiental de Castelo Branco
O Centro de Interpretação Ambiental (CIA) apresenta uma exposição temática sobre o território do Parque Natural do Tejo Internacional, constituída por 14 equipamentos de exploração interativa. Aborda aspetos distintos deste território, desde o seu património natural (fauna, flora, geologia e hidrologia), património construído, atividades de turismo de natureza, para além de permitir ao visitante uma viagem virtual no Rio Tejo.
Rua da Bela Vista, s/n | Castelo Branco
GPS: 39.9115294, -7.511248
T (+351) 272 346 068
Centro de Interpretação da Biodiversidade de Idanha-a-Nova
Este Centro de Interpretação, localizado no Parque Natural do Tejo Internacional, apresenta a Biodiversidade e os habitats do concelho de Idanha-a-Nova de forma interativa através de dispositivos multimédia. São abordados as rochas e as formas de relevo enquanto suporte para a Biodiversidade assim como os habitats e paisagens da região. Existe uma pequena mostra de produtos locais e um espaço dedicado ao Percurso Pedestre “Rota das Minas”.
Estrada Nacional 355 | Segura
GPS: 39.821623, -6.982840
T (+351) 277 202 900
Visitas sob marcação prévia
Rota do Azeite Beira Baixa
A Rota do Azeite Beira Baixa dá a conhecer um azeite ímpar, alguns pratos tradicionais distintivos da região, os restaurantes onde podem ser degustados e, também, as inúmeras experiências turísticas existentes ligadas ao azeite e dá ainda a sugestão de um roteiro de três dias.
Desde arregaçar as mangas e fazer o próprio azeite, começando na apanha da azeitona e seguindo até a um lagar tradicional ainda em laboração; a um passeio por paisagens que se prolongam até ao horizonte com oliveiras centenárias e milenares, a lagares que hoje são museus e, claro, uma mão cheia de propostas gastronómicas únicas e identitárias… há muito para descobrir.
Eventos a não perder…
Mercado da Bio-Região
O Mercado da Bio-Região realiza-se todos os sábados no Mercado Municipal de Idanha-a-Nova, entre as 8h00 e as 12h00. O Mercado é organizado pelo Município de Idanha-a-Nova e visa fomentar a comercialização e a promoção do artesanato e dos produtos agroalimentares locais e/ou biológicos da Bio-região de Idanha-a-Nova e do território.
Uma Rota que é da Transumância
A lã, veículo de cultura, encontramo-la na história do homem em todas as encruzilhadas das civilizações. Protegendo da chuva e da neve, do frio da montanha, do calor tórrido da planície e do pó dos caminhos da Transumância.
Da Península Ibérica foram os pastores e os rebanhos de merinos que, desde tempos imemoriais, atravessaram pontes e rios, escalaram montanhas, percorreram planícies à procura dos pastos verdejantes, esbatendo fronteiras.
Criaram a Lusitânia e aproximaram os homens nos territórios interiores e confinantes que envolvem a raia central portuguesa (distrito da Guarda, Castelo Branco e a comarca de Tajo Salor Almonte, da Extremadura espanhola).
A montanha, Serra da Estrela, foi ponto de encontro dos grandes trajetos da transumância tanto nacional como peninsular.
Acompanhe a Rota da Transumância, percurso histórico que une a Beira Interior à Extremadura espanhola.
Percursos pedestres de rara beleza
A Beira Baixa oferece uma grande variedade de percursos pedestres. Entre serras imponentes, vales verdejantes e rios serpenteantes, os trilhos são variados e adaptáveis a diferentes níveis de dificuldade.
Estes percursos são ideais para quem busca a serenidade da natureza, a observação da biodiversidade, e o contacto direto com a cultura e tradições locais. Ao longo dos trilhos, os caminhantes podem descobrir monumentos naturais, como formações rochosas e quedas de água, além de pequenas aldeias onde a hospitalidade e a gastronomia regional completam a experiência. Cada trilho oferece uma imersão na beleza selvagem da Beira Baixa, tornando-a um destino imperdível para os amantes de caminhadas e natureza.
Siga-os e fique extasiado perante tanta beleza.

Alguns museus e núcleos museológicos
Museu da Seda – Castelo Branco
“Do Bicho ao Fio”, “Do Fio ao Tecido” e do “Tecido ao Produto Final”. Estes são os espaços onde pode compreender o processo delicado de produção da seda, e conhecer alguns instrumentos utilizados no método tradicional de se obter a seda.
Rua Adelino Semedo Barata
GPS: 39.816774, -7.488510
T (+351) 272 344 158 | 961 970 161
museudaseda@gmail.com
MUTEX – Museu dos Têxteis – Castelo Branco
Este Museu é um espaço memória da importância da Indústria têxtil para a comunidade da freguesia de Cebolais de Cima e Retaxo. Este espaço museológico, instalado na reconstruída fábrica de lanifícios ‘Empresa de Cardação e Fiação da Corga Lda’, dá a conhecer o património industrial da época, sendo possível contemplar as fases de produção relativas à cardação e fiação.
Avenida Infante Dom Henrique, 33 – Cebolais de Cima
GPS: 39.750425, -7.571328
T (+351) 272 989 047
geral.mutex@cm-castelobranco.pt
Museu Etnográfico da Lousa – Castelo Brancoa
O Museu Etnográfico da Lousa surgiu a partir da recuperação de um antigo lagar de azeite.
Nele se poderá apreciar o ciclo tecnológico do azeite, bem como uma exposição dedicada às Danças Tradicionais da Lousa, Património Nacional.
Rua do Chafariz | Lousa
GPS: 39.93752, -7.37837
T (+ 351) 967 125 030
Centro Cultural Raiano – Idanha-a-Nova
Neste bonito projeto de autoria do Arq. Marçal Grilo, nada foi deixado ao acaso. O jardim interior confere um toque de inovação e frescura ao edifício, permitindo uma ampla entrada de luz natural. São 2800m2 distribuídos por três esplêndidas salas de exposições: duas de exposições permanentes “Olaria de Idanha” e “A agricultura nos campos de Idanha” e uma para exposições temporárias. Espaço de excelência para a realização de congressos e reuniões ou, simplesmente, assistir a um espetáculo cultural.
Av. Joaquim Morão
GPS: 39.9267239, -7.244059
T (+351) 277 202 900 | turismo@cm-idanhanova.pt
Visitas sob marcação prévia: T (+351) 277 202 900
Complexo Moageiro de Penha Garcia / Casa dos Fósseis – Idanha-a-Nova
Conjunto de moinhos, levadas, palheiros, fornos, entre outros, integrado no cenário natural majestoso de Penha Garcia. Percorra a história da moagem entre os séculos. XVI e XX. Não perca a Casa dos Fósseis, onde se encontram expostos centenas de fósseis únicos.
Vale do Ponsul | Penha Garcia
GPS: 40.044413, -7.015187
T (+351) 277 366 011 | turismo@cm-idanhanova.pt
Visitas sob marcação prévia: T (+351) 277 202 900
Núcleo do Azeite – Complexo de Lagares de Proença-a-Velha
Rua da Igreja, 4 | Proença-a-Velha
GPS: 40.024965, -7.240071
T (+351) 277 312 012
turismo@cm-idanhanova.pt
Visitas sob marcação prévia: T (+351) 277 202 900
Núcleo Museológico S. Pedro de Alcântara – Penha Garcia
Posto de Informação Turística
Rua do Espirito Santo | Penha Garcia
GPS: 40.0421688, -7.018401
T (+351) 277 366 011
Estrada Nacional 233
turismo@cm-idanhanova.pt
Visitas sob marcação prévia: T (+351) 277 202 900
Museu Dr. Mário Bento – Penamacor
Um antigo lagar adaptado a museu. Em termos museográficos a exposição desenvolve-se em torno da produção do azeite, do pão e do vinho. Dispõe de um espaço dedicado à presença romana no território da freguesia da Meimoa.
Estrada Nacional 233 – Meimoa
GPS: 40.227764, -7.188341
T (+351) 277 394 106 | turismo@cm-penamacor.pt
Visitas sob marcação prévia
Museu Municipal de Penamacor
Criado em 1949 por iniciativa da Câmara Municipal, o Museu viria a ser instalado no antigo edifício da Domus Municipalis, sob o impulso de Mário Pires Bento, estudioso e investigador do passado local.
Espaço museológico dotado de um valioso património arqueológico, bem como, notáveis exemplares de arte sacra. De destacar coleções de numismática e ferramentas de ofícios. No museu encontra-se exposto um lince ibérico embalsamado, doado por um particular.
Largo Tenente Coronel Júlio Rodrigues da Silva
GPS: 40.166590, -7.170700
T (+351) 277 394 106 | turismo@cm-penamacor.pt
Museu Paroquial da Aldeia de João Pires
Largo do Adro da Igreja | Aldeia de João Pires
GPS: 40.103959, -7.151669
T (+351) 277 385 418 | 918 168 133
museu.municipal@cm-penamacor.pt
Visitas sob marcação prévia
Núcleo Museológico da Bemposta
O acervo expositivo deste núcleo museológico integra um conjunto de artefactos com inscrições romanas e estelas funerárias – cuja proveniência se desconhece, mas que se revestem de relevante importância histórica, constituindo indicadores cronológicos interessantes no que respeita às diferentes fases de ocupação humana do território que hoje compreende a freguesia da Bemposta, bem como no contexto regional do concelho de Penamacor e da Beira Interior. O acervo conta designadamente com trajes, alfaias e transportes agrícolas, ferramentas, loiças, utensílios de cozinha e mobiliário.
Capela de S. Sebastião | Bemposta
GPS: 40.069153, -7.211637
T (+351) 277 394 106 | T (+351) 966 827 038
Visitas sob marcação prévia
Centro Ciência Viva da Floresta – Proença-a-Nova
Visitar o Centro Ciência Viva da Floresta é um convite para tocar, sentir os cheiros e os materiais da floresta, imaginar e aprender experimentando. Há desafios para todas as idades, onde se dá a conhecer a floresta como fonte de bem-estar, fonte de vida e fonte de riqueza. Para além da exposição permanente, existem módulos no exterior que convidam a descobrir a Floresta de Ciência, os seus charcos, o posto de vigia, o plantário e a Casa da Floresta.
Moitas
GPS: 39.733624, -7.876563
T (+351) 274 670 220 | info@floresta.cienciaviva.pt
Museu Isilda Martins
Inaugurado a 19 de fevereiro de 2012, o museu divide-se em sete núcleos. Três deles contemplam atividades ligadas à agricultura e floresta, enquanto nos restantes quatro são recordados espaços centrais da casa e ofícios tradicionais – como o sapateiro, o ferreiro ou a modista. Existe ainda um módulo expositivo que contempla o vestuário e outras peças, como a meada galega (que servia para curar o “estrepasso” das crianças) as ventosas (usadas para tratamento de pneumonias) ou dois relógios de sol de bolso com mais de um século.
Edifício do Polo da Biblioteca de Sobreira Formosa
GPS: 39.773583 -7.85038
T (+351) 274 822 389
Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Vale do Tejo e Espaço Museológico de Arqueologia – Vila Velha de Ródão
O Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo é um dos mais importantes conjuntos de arte pós-paleolítico da Europa, constituído por mais de 20 mil gravuras dispersas ao longo de 40 Km de ambas as margens do rio Tejo. O Centro de Interpretação de Arte Rupestre do Vale do Tejo tem como principal missão apoiar o estudo e a preservação deste vasto património arqueológico divulgando-o ao público através de uma exposição permanente onde se interpretam as diversas expressões culturais dos habitantes pré-históricos do vale do Tejo.
Largo do Pelourinho
GPS: 39.658870, -7.677596
T (+351) 963 445 866
Atualmente encerrado para remodelação.
Espaço Museológico do Azeite
Edifício da Junta de Freguesia | Sarnadas de Ródão
GPS: 39.746542, -7.624760
T (+351) 272 998 088 (Junta de Freguesia) | 272 540 312 (Posto Turismo Vila Velha de Ródão)
jf.sarnadasrodao@sapo.pt
Lagar de Varas – Uma Herança de Oiro
O Lagar de Varas é um espaço museológico, que relata a história da moagem da azeitona ao longo dos tempos.
Rua da Estrada
GPS: 39.654331, -7.669399
T (+351) 272 540 311 | 963 445 928
Visitas destinadas a grupos sob marcação prévia
turismo@cm-vvrodao.pt
Núcleo Museológico História de uma Comunidade Rural
Localiza-se na freguesia de Fratel, no edifício da antiga Escola Primária. Trata-se de um espaço onde se apresenta a história de uma comunidade rural, situada na bacia do rio Ocreza e na margem direita do Tejo, distribuída por quinze povoações – Fratel, Gardete, Silveira, Riscada, Juncal, Vermum, Carepa, Peroledo, Vilar do Boi, Vale da Bezerra, Montinho, Marmelal, Vale da Figueira, Ladeira e Perdigão -, que possuem um património cultural com testemunhos muito variados, desde a pré-história até à atualidade.
Antiga Escola Primária | Fratel
GPS: 39.6274452, -7.7466778
T (+351) 272 566 187
Visitas sob marcação prévia
Jfreguesia_fratel@hotmail.com
Núcleo Museológico do Linho e Tecelagem – Vila Velha de Ródão
O espaço fica localizado no Centro de Interpretação da Aldeia do Xisto da Foz do Cobrão, no concelho de Vila Velha de Ródão. A aldeia da Foz do Cobrão está situada entre duas linhas de água que lhe dão beleza e recursos energéticos: o rio Ocreza e o ribeiro do Cobrão. Este ribeiro tornou-se na força que fez mover dezenas de pisões e rodas hidráulicas e associou para sempre a história desta aldeia às indústrias tradicionais do linho e da lã.
Largo dos Amigos, 1 | Foz do Cobrão
GPS: 39.7306845, -7.7601942
T (+351) 272 543 149
Visitas sob marcação prévia
NOTA
Deixe as suas embalagens nos ecopontos, à saída das praias fluviais ou oceânicas, dos parques de merendas ou outros locais. Não abandone os seus resíduos na natureza. Contribua para a preservação e conservação dos ecossistemas.
Artigo em atualização.
Contributos: comunicacao@turismodocentro.pt



