Foto: PR1 PPS – Subida aos Penedos de Fajão – @CM Pampilhosa da Serra
A Região de Coimbra proporciona inúmeras atividades ao ar livre, desde caminhadas pelas trilhas verdejantes das serras até passeios de caiaque nas águas serenas do rio Mondego.
Descubra as paisagens rurais e os encantadores parques urbanos, ideais para piqueniques e momentos de relaxamento em família.
É num percurso pela natureza que descobrimos Coimbra, onde a riqueza histórica e cultural se funde harmoniosamente com a beleza natural. Explore trilhos encantadores que serpenteiam pelas margens do rio Mondego, perca-se na tranquilidade do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra. Este espaço verde, com a sua diversidade de plantas e árvores centenárias, oferece um refúgio sereno no coração da cidade. Admire as vistas panorâmicas do miradouro da Universidade.
Junto à costa, a Figueira da Foz possui uma história longa, muito longa, como atestam as pegadas de Dinossáurios, localizadas no Cabo Mondego! De resto, é da imponente Serra da Boa Viagem, que se pode apreciar a notável geometria das salinas do Estuário do Mondego, e o desenho da enseada de Buarcos à Figueira da Foz.
Para o interior, descubra a rede das Aldeias do Xisto e as Aldeias Históricas ou a deslumbrante Mata do Bussaco. Deixamos-lhe um conselho: vá com todo o tempo do mundo para poder saborear, verdadeiramente, cada momento.
Na Aldeia do Xisto de Fajão, concelho de Pampilhosa da Serra, as estrelas brilham mais perto! Ou não fosse esta uma das Aldeias do Xisto, rede que está certificada internacionalmente como um dos melhores locais do mundo para observar o céu estrelado.
Agora há mais um motivo para visitar a aldeia: o Geoscope – Observatório Astronómico de Fajão, uma estrutura para observação do céu estrelado e ensino sobre astronomia.
O ponto de observação, localizado no alto da aldeia, é uma cúpula semiesférica em aço, com 7,5 metros de altura e 15 metros de diâmetro. É um local privilegiado para vivenciar a relação entre o céu e a terra!
O Geoscope é de entrada e acesso livre, mas caso não tenha agendado uma visita organizada, convém levar o seu equipamento de observação ou então deslumbrar-se com o magnífico céu escuro do Fajão e o mais emocionante instrumento de observação da Humanidade: os seus olhos!
A imensidão da costa atlântica e os diversos rios e ribeiras que banham os concelhos que integram esta sub-região, são responsáveis pelas inúmeras praias oceânicas e fluviais, de excelência. Num dia quente de verão, não existe lugar mais desejado, que uma praia para se refrescar.
Há passeios diversos, até porque num ano a paisagem muda, as temperaturas variam, as lides da região revezam-se e as atrações multiplicam-se nos diversos concelhos que integram esta sub-região. Descubra-os!
Uma Ecovia com um fabuloso e crescente traçado
A Ecovia do Mondego não é apenas um percurso para a atividade física, mas também uma oportunidade para explorar o património natural e cultural da região.
Ao longo do caminho, as áreas de lazer, miradouros e praias fluviais, são locais perfeitos para uma pausa refrescante. As pontes de madeira e passadiços integrados na paisagem tornam a caminhada ou a pedalada ainda mais agradáveis, proporcionando a sensação de estar imerso na natureza.
A Ecovia promove o turismo sustentável, sendo uma oportunidade única de conhecer o rio Mondego de uma perspetiva diferente, apreciando a sua beleza e biodiversidade. A rota foi concebida para ser acessível a todos, desde caminhantes a ciclistas, tornando-se uma excelente opção para quem procura uma escapadela ativa ao ar livre. Pelo caminho, é possível desfrutar de vistas panorâmicas sobre o rio, bosques sombreados e campos verdejantes, enquanto se atravessam pequenas aldeias pitorescas que mantêm o encanto tradicional da região.
Inaugurada a 15 de julho de 2024, o descerramento da placa inaugural aconteceu em Santa Comba Dão, na intersecção com a Ecopista do Dão e Vouga, que marca o início deste percurso intermodal de 40 quilómetros. O traçado tem conexão com outras vias cicláveis e estende-se até Penacova, pretendendo valorizar o turismo do interior. Resulta de um investimento conjunto de mais de 1, 7 milhões de euros da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM – RC) e dos municípios de Santa Comba Dão, Mortágua, Penacova e Vila Nova de Poiares, com comparticipações do Centro 2020 e do Programa Valorizar.
Futuramente, espera-se garantir a continuidade desta ecovia até à Figueira da Foz.
Aldeias genuínas e autênticas
A Rede das Aldeias Históricas de Portugal é composta por 12 aldeias que, possuem como essência comum, a sua autenticidade e genuinidade cultural. Aventure-se e explore cada uma delas!
Na Região de Coimbra, isolada na encosta sul da Serra do Açor, a Aldeia Histórica do Piódão, preserva o traçado medieval das casas de xisto construídas em socalco, por entre estreitas ruas e escadas que conduzem à imaculada brancura da Igreja de N. Sra. da Conceição, no Largo Cónego Manuel Fernandes Nogueira.
Segundo a lenda, foi aqui que se refugiou um dos algozes de Dona Inês de Castro, numa tentativa de fugir à ira do rei D. Pedro.
Nas 27 Aldeias do Xisto, as casas, as ruas e os equipamentos hoteleiros, foram construídas ou recuperadas, com tempo e vagar, utilizando como elemento principal… o xisto! Aqui, vai sentir-se em casa. Porque saber viver também é saber preservar o que sempre foi nosso, proteger o que não se quer ver desaparecer. Por estes motivos ou por outros, venha descobrir um novo mundo rural, tradicional e, acima de tudo, genuinamente português!

Natureza sem igual…
Parta à descoberta de uma região rica em Serras, parques e reservas naturais! Trace a sua rota de atividades e embarque numa aventura pelas maravilhas naturais do Centro de Portugal, em plena Região de Coimbra.
Jardim Botânico
Por iniciativa de Marquês de Pombal, este espaço verde encontra-se localizado no coração da Cidade, desde 1772.
Passear pela Alameda das Tílias recorda-nos a beleza e o odor de tempos idos, e uma época plena de romantismo. Na Estufa Grande, recentemente reabilitada pelo Arq. João Mendes Ribeiro, poderá encontrar uma grande diversidade de espécies, das quais se destacam orquídeas, plantas carnívoras, árvores tropicais e fetos. As crianças irão adorar conhecê-las! Inicie ou finalize o seu passeio pela Mata do Jardim e aprecie o incontornável património cultural e natural que ela tem para lhe oferecer.
Calçada Martim de Freitas (Arcos do Jardim)
GPS: 40.206726, -8.420804
T (+351) 239 242 744 | 239 859 884
turismo@uc.pt | https://visit.uc.pt/ | www.uc.pt/jardimbotanico | https://www.facebook.com/JardimBotanicoUC
Jardim da Sereia ou Parque de Santa Cruz
No século XVIII, por iniciativa do Prior D. Gaspar da Encarnação, no espaço que anteriormente se chamava Quinta da Ribela, procedeu-se, durante o período de 1723 e 1752, ao arranjo do que hoje conhecemos como Jardim da Sereia ou Parque de Santa Cruz. Após a extinção das Ordens Religiosas, em 1834, o local teve vários proprietários, tendo sido o Comendador José António L. Ribeiro o seu último proprietário particular. Em 1885 a Câmara Municipal de Coimbra compra a Quinta de Santa Cruz, tornando-o num espaço público dedicado ao lazer e descanso.
Ao cimo da escadaria de aparato encontra-se a Fonte da Nogueira na qual se destaca uma estátua representativa de um tritão abrindo a boca a um golfinho de onde a água jorra para uma concha. É este conjunto artístico que está na origem da designação popular de Jardim da Sereia.
Parque Dr. Manuel Braga – Coimbra
Parque emblemático da cidade onde se realizaram, até 1999, as Noites do Parque da Queima das Fitas. Em 1888, a Câmara Municipal de Coimbra compra a Ínsua dos Bentos constituída por uma zona de laranjais e por área descampada onde se realizaram corridas de cavalos e, a nascente ficava um campo de futebol, onde a Académica jogava. Em 1920 é proposto a transformação da antiga Ínsua dos Bentos, em jardim público, ficando encarregue do projeto o paisagista floricultor portuense, Jacinto de Matos. Foi construído em aterro e protegido por um talude marginal revestido a pedra, pontuado por bancos decorados com azulejos da Fábrica Aleluia de Aveiro. O parque homenageia o Dr. Manuel Braga, grande impulsionador na valorização e na criação de espaços verdes na cidade, nomeadamente a Mata de Vale de Canas e os jardins da Av. Sá da Bandeira.
Jardins da Quinta das Lágrimas
As Fontes dos Amores e das Lágrimas denunciam a história de amor de D. Pedro e Inês de Castro.
Destacam-se o Palacete do séc. XIX, o Jardim Medieval e o Anfiteatro “Colina de Camões”, da autoria da Arq. Paisagista Cristina Castel-Branco.
Santa Clara
GPS: 40.188214, -8.434753
T (+351) 918 108 232 | 912 464 332
jardinsdaquintadaslagrimas@gmail.com | www.fundacaoinesdecastro.com/jardins
Penedo da Saudade
Lugar apropriado para a contemplação onde é possível observar todo o lado oriental da cidade, desde o rio até às Serras da Lousã e do Roxo. Este jardim passeio foi construído, em 1848, traduzindo a sensibilidade romântica da época, ao longo da encosta densamente arborizada, articulando-se em pequenos patamares unidos por escadarias e rampas. Entre as fileiras de árvores, canteiros e lagos de pendor naturalista, foram criados bancos e mesas de pedra. São várias as homenagens, espalhadas pelo jardim, feitas a algumas figuras de vulto. Pelo jardim existem ainda lápides comemorativas de eventos académicos e reuniões de curso, relembrando os tempos académicos de vários estudantes.
Av. Marnoco e Sousa
GPS: 40.204506, -8.414165
Parque Verde do Mondego
Esta zona verde oferece quatro quilómetros de corredores para peões e ciclovias, um parque infantil, pavilhão de exposições temporárias e atividades para crianças: aluguer de bicicletas, carrinhos a pedais, barcos e kayaks.
Descubra o movimento do vento e da água, mesmo junto ao urso mais irresistível da Cidade!
Avenida da Lousã
GPS: 40.202876, -8.426289
Mata Nacional do Choupal – Coimbra
O Choupal é um dos ex-libris da cidade de Coimbra, tantas vezes cantado por poetas e escritores que, tal como tantos outros, ali encontraram um frondoso retiro. A sua origem está intimamente ligada às ações desenvolvidas em finais do séc. XVIII, para atenuar os efeitos resultantes do assoreamento do Rio Mondego.
Mata Nacional de Vale de Canas – Coimbra
A Mata Nacional de Vale de Canas que no século XVI era designada por “Mata do Rei”, uma vez que pertencia à Coroa Real Portuguesa, é possuidora de elevada biodiversidade e de um património genético considerável, desempenhando uma importante função de conservação e possibilidade de usufruto da natureza. Trata-se de um espaço de elevada qualidade ambiental, com grandes condições para a realização de ações de educação e sensibilização ambiental, bem como a prática de desporto, recreio e lazer.

Buracas do Casmilo – Condeixa-a-Nova
Monumento esculpido pela natureza ao longo de milhares de anos.
Fenómeno espeleológico que tem o nome de incasão, que resulta no abate da parte nuclear de uma conduta, deixando a descoberto as partes laterais extremas, remanescentes da gruta que antes se ocultava dentro do monte. Um local único para a prática de escalada.
Campo de Lapiás – Condeixa-a-Nova
A integrar a paisagem cársica do vale das Buracas do Casmilo, as lapiás são um fenómeno geológico singular com origem na infiltração e consequente ação corrosiva da água da chuva sobre o calcário. São extensas zonas de rocha a descoberto, com arestas salientes e vivas que se tornaram num verdadeiro “deserto de pedras”.

Monumento Natural do Cabo Mondego – Figueira da Foz
Os afloramentos jurássicos existentes constituem um conjunto de excecional importância, nacional e internacionalmente reconhecidos. Para além dos elevados valores presentes nos domínios da paleontologia de amonites, da paleoecologia de ambientes de transição, da sedimentologia e da paleontologia dos dinossáurios, este conjunto sobressai, em particular, no domínio da estratigrafia.
www.icnf.pt | www.natural.pt
Parque das Abadias – Figueira da Foz
O Parque das Abadias ladeado por diversas espécies arbóreas resulta dos projetos desenvolvidos em 1971 pelo arquitetos Gonçalo Ribeiro Telles e Alberto Pessoa. O espaço possui dois caminhos pedonais enquadrados por uma linha de água, onde existe um circuito de manutenção e um parque infantil.
Sozinho ou em família usufrua de equipamentos desportivos ao ar livre.
Avenida Dr. Manuel Gaspar de Lemos, Avenida Dr. Joaquim de Carvalho, Rua Dra. Cristina Torres
GPS: 40.154878, -8.861162
Arrozais – Figueira da Foz
O arroz carolino da Figueira da Foz é um arroz com história, sendo mais de metade do arroz carolino do Baixo Mondego, IGP – Indicação Geográfica Protegida, produzido em oito freguesias do concelho, a norte e a sul do rio Mondego. Moldando a paisagem e o contexto social dos territórios onde se inserem, incorpora-se na sua identidade cultural, expressa na gastronomia, no folclore e na etnografia, sendo a avifauna típica das zonas húmidas outro fator de interesse. É também neste concelho, no vale do Mondego, que se situa a mais antiga indústria de arroz em Portugal, no ativo, a Ernesto Morgado SA., fundada em 1920.
Rota das Fontes – Figueira da Foz
A Rota das Fontes tem como objetivo ligar a Vila de Maiorca ao lugar de Sanfins, pelas suas fontes e serras, passando pela Mãe de Água, Estrada Real, Serra de São Bento, Serra de Castros, Casal Benzedor e Sanfins de Baixo. O traçado da rota, com um percurso de cerca de 5,5kms, leva-nos ao conhecimento e importância das fontes no seu meio, sua ação e vivência, fundamental para o desenvolvimento agrícola das populações.
Parque do Cerejal e Parque da Oitava – Góis
Os principais espaços verdes do Concelho de Góis são o Parque do Cerejal e o Parque da Oitava.
O primeiro encontra-se inserido em meio urbano, na Vila de Góis, bem na margem do rio Ceira. Já o Parque Florestal da Oitava localiza-se no “coração” da Rede Natura 2000 – Sítio da Serra da Lousã.
Penedos de Góis
Junto à aldeia do xisto da Pena encontramos os imponentes Penedos de Góis, que atingem os 1040m de altura no seu ponto mais alto. Um local deslumbrante, com desníveis únicos, quedas de água e ribeiras impetuosas. Entre todos, destaca-se o “Penedo Abelha”, designação dada pelos locais, que reconhecem na rocha os contornos da cara de um monstro de pedra.
Vários são os trilhos que permitem explorar a beleza dos Penedos e a sua magnífica envolvência, apresentando diferentes graus de dificuldade. O percurso mais acessível será o antigo caminho de ligação da Pena à aldeia dos Povorais, que permite uma excelente panorâmica aérea sobre a aldeia da Pena e todo o vale, bem como sobre o Trevim (ponto mais alto da Serra da Lousã). O cenário é magnífico, permitindo observar a paisagem beirã, nomeadamente a Serra da Estrela, a Serra do Açor e o Trevim.
Passadiços do Cerro da Candosa – Góis
Os Passadiços do Cerro da Candosa percorrem um dos locais mais enigmáticos da Freguesia de Vila Nova do Ceira.
As fragas quartzíticas onde se ergue a Capela de Nossa Senhora da Candosa integram a crista que atravessa toda a região e se estende entre a Serra do Penedo, mais conhecida por Penedos de Góis, e a Serra do Buçaco.
O desfiladeiro rochoso, que, ao longo dos tempos, foi desgastado, lavado e talhado pelo Rio Ceira, culmina num canhão fluvial de rara beleza – o Cabril ou Portas do Ceira – local onde o rio aparenta ter furado transversalmente uma crista rochosa. Portas do Ceira é um dos mais belos tesouros naturais da Região Centro. As paredes íngremes do desfiladeiro são utilizadas para a prática de desportos radicais e o alto do cerro está desde tempos imemoriais ligado à Lenda da Senhora da Candosa.

Mata Nacional do Bussaco – Mealhada
Venha conhecer a Mata guardiã de histórias. Refúgio de monges e de reis, a Mata do Bussaco encanta pela verdura e variedade das espécies botânicas presentes. Nestas serranias, encontram-se vivas as memórias da batalha que opôs as tropas anglo-lusas comandadas por Wellington, às tropas francesas.
O pavilhão de caça do Rei D. Carlos, ao gosto revivalista, transformado em Palace Hotel, é um marco na paisagem.
A Mata Nacional do Bussaco cobre-se por um véu de mistério protegido pela sua rara e primitiva vegetação. As suas 11 portas de entrada convidam os visitantes a descobrirem um património natural e cultural, através de uma inebriante viagem no tempo.
Trilhos da Mata Nacional do Bussaco
Os trilhos interpretativos da Mata Nacional do Bussaco proporcionam uma oportunidade de descobrir a riqueza da paisagem de um património único, com uma fauna e flora inigualáveis. Os trilhos podem ser realizados livremente ou com apoio interpretativo dos colaboradores da Fundação Mata do Bussaco.
Trilho da Água
Duração aproximada: 2h | Grau de dificuldade: médio
Ponto de partida e de chegada: Posto de Informação
Pontos de interesse: Vale dos Fetos, Fonte Fria, Fonte do Carregal, Fonte de Santa Teresa, Fonte de Santo Elias, Fonte de S. Silvestre, Samaritana e Cascata.
Trilho Floresta Relíquia
Duração aproximada: 2h | Grau de dificuldade: médio
Ponto de partida e de chegada: Posto de Informação
Trilho Militar
Duração aproximada: 3h | Grau de dificuldade: Fácil
Ponto de partida e de chegada: Convento
Pontos de interesse: Convento de Santa Cruz do Bussaco, Porta de Sula, Moinho de Sula, Obelisco e Museu Militar.
Trilho Via- Sacra
Duração aproximada: 3h | Grau de dificuldade: Média | Ponto de partida e de chegada: Convento
Pontos de interesse: Capelas dos Passos da Prisão e da Paixão de Cristo (especialmente Pretório e Calvário).

Quedas de Água das Paredes – Mortágua
Um local de grande beleza natural, rico em termos de flora e fauna e ao longo do qual poderemos observar inúmeros vestígios do passado agrícola desta zona do concelho. O contacto com a natureza, o ar puro, o perfume das plantas silvestres, o sussurrar melodioso das águas, é uma companhia constante ao longo do percurso, respirando-se um ambiente de tranquilidade e bem-estar.
As Quedas de Água das Paredes, com as suas várias gargantas de água que se precipitam do cimo da serra e desaguam em pequenas lagoas, podem servir para a prática de desportos radicais, como para deliciar-se com um banho refrescante nas piscinas naturais (espécies de cachoeiras) que caem a partir das cascatas.
Cascata da Pedra da Ferida – Penela
A Cascata da Pedra Ferida, localizada na Serra do Espinhal e com acesso pela Ribeira da Azenha, com cerca de 32 metros de altura, apresenta caudal durante todo o ano. Este facto, associado à riqueza mineral dos solos, produz a oxidação natural das rochas, que nunca perdem as suas tão características tonalidades alaranjadas e avermelhadas. O nome desta Cascata advém, precisamente, daqui.
Desde o início do percurso até à cascata, o visitante percorre um percurso pedestre linear de cerca de 3 quilómetros, com um grau de dificuldade elevado. Ao longo do mesmo pode encontrar-se um moinho de água com rodízio de penas, inúmeras mós abandonadas e ainda um aprazível parque de merendas.
Seguindo viagem em direção ao cimo da Serra do Espinhal, o visitante tem ainda à disposição um passadiço que conduz diretamente à Praia Fluvial da Louçainha e que atravessa um território riquíssimo em elementos de fauna e flora de beleza inigualável.

Zonas húmidas, santuários ecológicos
Lagoas de Cantanhede
O concelho de Cantanhede possui um extraordinário património natural, entre zonas dunares, ribeiras e lagoas, com elevado potencial ambiental e ecológico, dando suporte a espécies e habitats próprios, atividades agrícolas e de pesca, bem como atividades de lazer e bem-estar.
Do rico património natural existente no Concelho de Cantanhede destacam-se pequenas lagoas, nomeadamente:
Lagoa dos Coadiçais – Febres
GPS: 40.389627, -8.618243
Lagoa do Montinho – Pocariça
GPS: 40.393852, -8.577151
Lagoa dos Teixoeiros – Tocha
GPS: 40.306649, -8.776189
Lagoa da Torre – Vilamar
GPS: 40.403351, -8.661398
Espelho de Água da Lagoa de Monte Arcado – Covões
GPS: 40.430846, -8.628763
Reserva Natural do Paul de Arzila – Coimbra, Condeixa-a-Nova e Montemor-o-Velho
A cerca de 13 km da cidade de Coimbra encontra-se a Reserva Natural do Paúl de Arzila, na margem esquerda do Rio Mondego, repartindo-se pelos concelhos de Coimbra, Montemor-o-Velho e Condeixa-a-Nova.
Zona húmida que compreende duas áreas distintas: uma planície aluvial, onde se situa um extenso caniçal e alguma ocupação agrícola e uma zona de proteção, que se estende ao longo das encostas que ladeiam o vale de ocupação essencialmente florestal e também agrícola, nos terrenos que circundam os espaços urbanos. Está classificado como Reserva Natural devido à sua importância ornitológica, como zona de passagem outonal para aves migradoras transarianas; é também uma área de alimentação e repouso para várias espécies, área de abrigo de espécies nidificantes estritamente paludícolas e local de invernada de espécies paleárticas. O símbolo desta Reserva é uma garça-vermelha (Ardea purpúrea), tendo em conta a sua importância como espécie nidificante nesta área protegida.
rnpa@icnf.pt | www.icnf.pt | www.natural.pt
Estuário do Mondego – Ilha da Morraceira, Figueira da Foz
A Ilha da Morraceira é constituída por vastas extensões de sapais, caniçais, salinas, pisciculturas e arrozais. É um local de enorme interesse ornitológico, possuindo uma das mais ricas comunidades de aves limícolas que, particularmente durante os períodos de passagem migratória, frequentam o estuário durante a maré-baixa, refugiando-se nas salinas quando a maré sobe. Entre as aves de maior porte, podem ser observados flamingos, garças-brancas-pequenas e garças-reais. Na época de nidificação a diversidade é mais reduzida, destacando-se o pernilongo e o borrelho-de-coleira-interrompida.
GPS: 40.135133, -8.827512
Lagoas costeiras da Vela e das Braças – Figueira da Foz
No passado haveria mais lagoas, com maior profundidade e dimensão, cujo surgimento e desaparecimento estaria ligado à dinâmica costeira que modificou a perfil da costa entre a Ria de Aveiro e o rio Mondego e seus afluentes. A Lagoa da Vela, a maior lagoa do concelho da Figueira da Foz, integrada no Sítio de Importância Comunitária das Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas. A Lagoa das Braças, tal como a da Vela, são lagoas costeiras de água doce onde se podem observar algumas aves aquáticas como o Galeirão e o Caimão, entre outras. São também um habitat importante para várias espécies de anfíbios e insetos, como as libélulas.
www.cm-figfoz.pt
Paul do Taipal – Montemor-o-Velho
O Paul do Taipal é uma zona húmida de importância internacional: ocorre regularmente mais de 1% da população significativa da população nacional de pato-real Anas platyrynchos. O paul possui grande valor durante a migração outonal de passeriformes, destacando-se o rouxinol-dos-caniços Acrocephalus scirpaceus, a felosa-dos-juncos Acrocephalus schoenobaenus e o pisco-de-peito-azul Luscinia svecic.
GPS:40.174862, -8.682790
www.icnf.pt
Paul da Madriz – Soure
Localizado na margem direita do Rio Arunca, a cerca de 2Km de Vila Nova de Anços e 1,5Km da povoação de Casal do Redinho, permite observar um marcado contraste em termos de revestimento vegetal, entre a vertente Norte (exposta à influência atlântica, mostra espécies como o Carvalho ou a Gilbardeia) e a vertente Sul (exibe um conjunto florístico de influência marcadamente mediterrânica onde as espécies de porte arbustivo são dominantes). Evidencia-se a riqueza faunística existente no Paul, com destaque para espécies como a Lontra, a Salamandra-portuguesa, o Cágado-mediterrânico, o Garçote, o Rouxinol-grande-dos-caniços, a Garça vermelha o Falcão ou o Pato-real e, entre ao peixes, a Boga e o Ruivaco.
GPS: 40.126737, -8.647277
www.icnf.pt | https://www.avesdeportugal.info/sitmadriz

Serras que sussurram natureza exuberante e história ancestral
Serra da Lousã
A Serra da Lousã abrange os concelhos de Lousã, Góis, Castanheira de Pera, Miranda do Corvo e Figueiró dos Vinhos. Faz parte de uma das formações montanhosas mais importantes de Portugal: a Cordilheira Central. É predominantemente xistosa, onde subsistem vestígios da floresta sempre-verde dos climas temperados. Nas zonas mais altas, ensolaradas e secas, encontramos a azinheira, nas zonas mais soalheiras, o sobreiro, nas zonas mais húmidas e frias, os castanheiros e carvalhos (Quercus robur e Q. pyrenaica). Às linhas de água estão associados habitats bem conservados, destacando-se as comunidades de Azereiro (Prunus lusitanica) com Azevinho (Ilex aquifolium).
Um passeio pelos inúmeros trilhos pedestres/BTT nas Aldeias do Xisto permite contatar com uma elevada diversidade de paisagens, algumas de cortar a respiração pela sua beleza e magnitude. Pelo caminho, o visitante poderá cruzar-se com a variada fauna ali existente, como o corço, o veado, o milhafre, o javali, entre outros.
GPS: 40.057228, -8.215835
Paisagem Protegida da Serra do Açor
Situada na Cordilheira Central, entre a Serra da Lousã e a Serra da Estrela, abrangendo os concelhos de Arganil e Pampilhosa da Serra, a Serra do Açor é uma zona de montanha predominantemente xistosa, com altitudes que oscilam entre os 400m e os 1016m. Alberga duas áreas de especial interesse: a Reserva Natural Parcial da Mata da Margaraça e a Reserva de Recreio da Fraga da Pena.
Marcada, fundamentalmente, pelo encaixe dos Vales do Alva e do Ceira, afluentes do Mondego, a Serra do Açor tem nesses vales uma monumentalidade única onde os socalcos mostram o saber e o engenho da gente.
Serra acima, a paisagem deixa-se descobrir generosamente e, por entre as curvas, as casas de xisto do Piódão, que parecem estar em precário equilíbrio, desenham um quadro surpreendente.
GPS: 40.213491, -7.923921
www.icnf.pt | https://natural.pt
Serra do Sicó – Maciço do Sicó
O Maciço de Sicó, cuja serra ascende aos 559m de altura, corresponde a um conjunto de relevos calcários que, quer pelas formas de superfície, quer pelas formas de profundidade, constituem um convite para uma longa descoberta. Além dos campos de lapiás, também existem dolinas, lapas e algares, canhões como o de Poios, do Vale das Buracas ou o espetacular canhão do Rio de Mouros, em Conímbriga.
A riqueza e diversidade florística proporcionam, em Sicó, itinerários que surpreendem: a mata da Bufarda, centenárias manchas de Carvalhal ou as incríveis Orquídeas.
GPS: 39.922810, -8.538097
Serra do Bussaco
A Serra do Bussaco, conhecida no passado como a serra da Alcoba, tem uma elevação de 549 metros de altitude na zona do marco geodésico, situado no seu planalto, com orientação NO – SE. A sua extensão abrange os concelhos da Mealhada, Mortágua, Penacova e nela se insere a Mata Nacional do Bussaco onde são captadas as águas de Luso.
A mata que existe ainda hoje na Serra do Bussaco foi mandada plantar pela Ordem dos Carmelitas Descalços no primeiro quarto do século XVII. Os Carmelitas construíram também aí o Convento de Santa Cruz, destinado a albergar essa ordem monástica, que o habitaram entre 1628 e 1834, data da extinção das ordens religiosas em Portugal.
Foi nesta serra que, em 1810 se travou a batalha do Bussaco, entre as forças anglo-lusas comandadas pelo Duque de Wellington e, por outro lado, as francesas comandadas por André Massena.
GPS: 40.374832, -8.370373
Serra da Boa Viagem – Figueira da Foz
Com uma posição geográfica privilegiada, a Serra da Boa Viagem é um marco da linha costeira continental de Portugal. Abraçada pelo Atlântico, esta serra possui um conjunto de miradouros que permitem observar a paisagem tanto para Norte como para Sul, bem como diversos parques de merendas, propícios a momentos de lazer. Com uma rica biodiversidade e geodiversidade, a riqueza do seu património natural torna-a num ponto de visita obrigatório, aliado aos testemunhos de ocupação desde a pré-histórica à atualidade, sendo o segundo e atual farol do Cabo Mondego, construído no primeiro quartel do século XX, um local de referência.

Praias fluviais, barragens e albufeiras
As praias fluviais do Centro de Portugal aguardam por si num ambiente acolhedor, de águas transparentes e de grande qualidade, que convidam ao mergulho e à tranquilidade. São espaços de lazer familiar, muitos deles animados por passeios pedestres e atividades desportivas. As Albufeiras da Aguieira e de Santa Luzia são lugares privilegiados para a prática de desportos não motorizados: a vela, a canoagem, o remo, a pesca, entre outros, fazem as delícias de visitantes que veem na água o cenário ideal para descontrair.
Aceite o convite e perca-se nestas praias e espelhos de água!
Albufeira da Aguieira – Mortágua
Extenso lago artificial que pela sua imensidão marca e diferencia a paisagem do concelho de Mortágua, proporcionando aprazíveis locais de lazer. As suas águas convidam à prática de inúmeras atividades, destacando-se a canoagem ou a pesca. Os inúmeros caminhos que circundam as suas margens, são propícios à prática de ciclismo e pedestrianismo.
Vale da Aguieira
GPS: 40.340335,-8.1969602 (Barragem) | 40.34287,-8.1904585 (Marina da Aguieira
Albufeira de Santa Luzia – Pampilhosa da Serra
A altitude e as formações rochosas, junto ao dique da barragem, são uma das atrações geológicas mais deslumbrantes do concelho de Pampilhosa da Serra e do interior de Portugal.
Os visitantes podem usufruir da ciclovia, do circuito de manutenção, de vários caminhos pedestres, escalada, pesca, atividades náuticas, do campo polidesportivo e até de um halfpipe de skate.
Aqui encontra-se localizado o Centro de BTT de onde se pode partir para os mais de 122 Km de trilhos sinalizados, com quatro níveis de dificuldade.
Santa Luzia
GPS: 40.089371 -7.855921
Barragem do Cabril – Pampilhosa da Serra
Localizada a Sul do concelho de Pampilhosa da Serra, esta massa de água alonga-se pelo leito do Zêzere com um perímetro de 280 Km, quando atinge a cota de pleno armazenamento.

Dicas a não perder …
Parque Verde da Ribeira de Bruscos – Condeixa
Estendendo-se ao longo da Ribeira de Bruscos, numa extensão de cerca de 600 metros, o espaço é uma zona privilegiada do ponto de vista paisagístico devido à presença permanente de água. Zonas de lazer, campos de jogos, um minigolfe e uma ciclovia são algumas das ofertas deste espaço.
Avenida dos Bombeiros Voluntários
GPS: 40.112167, -8.492944
Parque da Cidade – Mealhada
Este espaço disponibiliza aos visitantes um parque de merendas, um parque infantil, geriátrico, circuito de manutenção, uma área de entretenimento e lazer direcionada para espetáculos e outras atividades ao ar livre. O parque dispõe ainda de uma cafetaria, um restaurante e de um Centro de Interpretação Ambiental, que disponibiliza um programa de atividades que visa a educação ambiental, alargado às várias faixas etárias.
Avenida da Floresta
GPS: 40.383500, -8.446528
Centro de Interpretação Ambiental da Mealhada
O Centro de Interpretação Ambiental (CIA), localizado no Parque da Cidade da Mealhada é um espaço lúdico e educativo, equipado com meios audiovisuais e preparado para realizar as mais diversas atividades pedagógicas. A sua missão é despertar para a mudança de comportamentos e atitudes sobre a problemática ambiental e dotar os cidadãos de conhecimentos e meios que lhes permitam lidar com os desafios de um desenvolvimento sustentável. Neste espaço são realizadas atividades de educação ambiental e de descoberta da natureza. Água, Flora, Fauna, Resíduos, Percursos de Descoberta no Parque, Ambiente e O Ambiente na Escola são os sete temas em destaque.
Parque da Cidade
GPS: 40.385194, -8.447444
T (+351) 231 205 389
Parque dos Moinhos do Lograssol
O Parque encontra-se dotado de diversas infraestruturas, entre as quais parque infantil, parque de merendas, cafetaria e percursos pedonais enquadrados pelas espécies arbóreas e arbustivas já existentes e pela ribeira.
Com uma área de cerca de 6000 m2, deve o seu nome aos moinhos que aí existiram no passado, agora recuperados, ainda que as funcionalidades do presente sejam mais pedagógicas e de preservação das tradições.
Estrada EM 620 | Lograssol
GPS: 40.380722, -8.405306
Atividades no Bussaco
A Mata Nacional do Bussaco constitui uma herança secular incomparável, por reunir importância histórica, religiosa, militar, botânica, faunística, paisagística, arquitetónica, cultural e mesmo de identidade nacional.
Com base nos valores científicos, da educação ambiental e dos seus valores naturais, foram criadas as oficinas didáticas para grupos e famílias – uma forma também de tornar a Mata do Bussaco num espaço dinâmico e de partilha de conhecimentos.
Fundação Mata do Bussaco
GPS: 40.377007, -8.367323
T (+351) 231 937 000
setoreducativo@fmb.pt
Atividades e oficinas sob marcação prévia
Quinta da Paiva – Miranda do Corvo
A Quinta da Paiva resulta da cooperação entre o município e a Fundação ADFP. Está à disposição uma zona com um Parque Desportivo com campos de jogos em areia e circuito de manutenção e de lazer, com piscina ao ar livre, parque de merendas e um parque infantil.
Quinta da Paiva
GPS: 40.082129, -8.3330465
Parque Biológico da Serra da Lousã
Este parque é propriedade da Fundação ADFP, integrando um Parque de Vida Selvagem, Quinta Pedagógica, Labirinto de Árvores de Fruto, Roseiral, Centro Hípico, Museu Vivo de Artes e Ofícios Tradicionais com Loja de Artesanato, Museu da Tanoaria e Restaurante Museu da Chanfana.
Quinta da Paiva
GPS: 40.082108, -8.333058
T (+351) 239 538 444 | 915 361 527
parquebiologicoserradalousa@adfp.pt
Lagar de Varas de Vale de Mouro – Góis
O lagar de Varas no lugar da Ponte Velha da Cabreira pertence à Comissão de Lagares da Freguesia do Cadafaz. Este lagar tem um cariz comunitário, pelo que a população da freguesia podia fazer o seu azeite, respeitando a tábua da vez.O Lagar de Varas é uma homenagem ao azeite que documenta todas as fases históricas do fabrico deste produto precioso: desde o uso da energia humana e animal até ao recurso da força hidráulica e da mecânica. Num concelho onde existem alguns testemunhos materiais da lagaragem, este é, sem dúvida, o exemplar mais completo, não só porque exemplifica um conjunto de sistemas utilizados no fabrico do azeite, como também o edifício preserva os materiais de construção tradicional usado nesta região. Visita sob marcação prévia.
Lagar de Varas da Cabreira – Góis
GPS: 40.141693, -8.066495
T (+351) 235 778 938
Parque de Merendas – Montemor-o-Velho
Espaço amplo, relvado e arborizado, com algumas mesas e bancos em madeira para piqueniques.
GPS: 40.175368, -8.675075
Miradouro de Reveles – Abrunheira, Montemor-o-Velho
A sua posição privilegiada transforma o adro da igreja num miradouro que permite avistar o mar, o rio e os campos do Mondego.
GPS: 40.137786, -8.737556
Centro Interpretativo de Montemor-o-Velho
Tem como objetivo a recuperação e valorização do património rural, através de funcionalidades tecnológicas e interativas, com conteúdos temáticos ligados aos elementos identificadores e aos produtos endógenos do concelho, permitindo, assim, não só explorar a história dos locais a visitar, mas também os valores do Município de Montemor-o-Velho.
Praça da República
GPS: 40.172304, -8.684613
T (+351) 239 687 300
geral@cm-montemorvelho.pt
Açude da Ribeira – Oliveira do Hospital
O Açude da Ribeira localiza-se entre Ervedal da Beira e Lagares da Beira e integra um acesso pedonal desenhado em forma de esse, num passadiço com trezentos metros de extensão e vista para a queda de água do Rio Seia, afluente do Mondego. Na zona envolvente, existem três caminhos pedestres, de diferentes dificuldades: o caminho do Talegre, com 8,95 quilómetros, o caminho do Espadanal, com 3,42 quilómetros, e o caminho do Açude, com 2,83 quilómetros, perfazendo no total e ligando as freguesias de Ervedal da Beira e Lagares da Beira por um percurso no meio da natureza de 15 quilómetros.
Este é um espaço muito “instagramável” que não vai querer perder!
GPS: 40.407580, -7.888034
Parque Verde da Pampilhosa
Situado na vila da Pampilhosa, foi inaugurado em 2005, com a autoria do arquiteto Sidónio Pardal, constitui um espaço aprazível para respirar e apreciar a natureza.
Quem visita este parque tem ao seu dispor diversas infraestruturas, como campo de jogos e parque infantil. Destaca-se um espelho de água ou lago, cujas águas são provenientes de um antigo poço ali existente e onde se assiste, cada vez mais, ao aumento quer da fauna quer da flora.
R. República, 120 | Pampilhosa do Botão
GPS: 40.340285, -8.430414
Núcleos Molinológicos – Penacova
O Concelho de Penacova possui atualmente um dos maiores núcleos molinológicos do país, encontrando-se espalhados pelos Lugares da Atalhada, Aveleira e Roxo, Gavinhos, Paradela de Lorvão e Portela da Oliveira, 19 moinhos de vento em atividade ou em condições de funcionar, bem como 18 azenhas instaladas nos cursos do Mondego e do Alva e nas muitas ribeiras que correm no concelho. Se, no passado, estes engenhos constituíram uma fonte de rendimentos e uma forma de subsistência, hoje são uma mais-valia patrimonial que surpreende quem nos visita. Entre maio e outubro, é ainda possível observar, em Penacova, o trabalho do moleiro, nomeadamente nos Núcleos Molinológicos de Gavinhos (Figueira de Lorvão), Aveleira (Lorvão) e da Portela de Oliveira (Sazes do Lorvão). Nos restantes meses do ano, os visitantes podem observar a ancestral arte de moer farinha nas azenhas da Ribeira de Lorvão.
T (+351) 239 470 300
postodeturismo@cm-penacova.pt
Roteiro do Arista – Penacova
No início do séc. XX, Penacova era um local de eleição para aqueles que, genericamente, ficariam conhecidos como “Aristas”, pessoas que atraídas pela qualidade do ar, bem como pelas paisagens, permaneciam longas temporadas nesta Vila. Mais de cem anos volvidos, a procura do bom ar continua a ser uma realidade em Penacova. O Lazer e os Desportos de Natureza dão hoje o mote para prolongar a estadia, fugindo à rotina em pleno contacto com a Natureza.
O Roteiro do Arista é um convite a visitar oito locais, identificativos do património e cultura penacovenses, tantos quantos as letras que formam a palavra PENACOVA: Penedo do Castro, MostEiro de Lorvão, ForNos da Cal, MirAnte, ReConquinho, MOinhos de Gavinhos, Vimieiro e LivrAria do Mondego.
T (+351) 239 470 300
postodeturismo@cm-penacova.pt
CISED – Centro de Interpretação do Sistema Espeleológico do Dueça – Penela
Algarinho – Ferrarias | Penela
GPS: 39.983358, -8.384559
T (+351) 239 560 022 | 961 178 466
www.cm-penela.pt
Encantos naturais em Tábua
Encontre em Tábua paisagens serranas deslumbrantes, apenas interrompidas pelos muitos cursos de água e rios que cortam a região, como o Seia, o Alva e o Mondego. Faça um pequeno desvio para descobrir o Penedo Oscilante, também conhecido como Penedo Cabana, um local de beleza inspiradora e altamente fotogénico, onde o rio Mondego surge em todo o seu esplendor como protagonista.
Seja em algum dos rios e ribeiras que encontrará ao longo do caminho, ou na convidativa praia fluvial da Ronqueira, encontrará o lugar perfeito para relaxar e conectar-se com a envolvente natural.
Passeios de Barco no Rio Mondego – Basófias
GPS: 40.207174, -8.429644
T (+351) 969 830 664
info@odabarca.com
Período de funcionamento: fev a dez
Passeios de Barco no Rio Mondego – Serranas do Mondego
GPS: 40.201062, -8.425444
T (+351) 927 287 280
quadrantealternativo@gmail.com
Período de funcionamento: abr a out
Parque Aventura – Figueira da Foz
Percursos de Arborismo com diferentes níveis de dificuldade (iniciação, médio e avançado).
Av. 1º de Maio
GPS: 40.161610, -8.857687
T (+351) 915 536 555
figueiradafoz@parqueaventura.net
Arborismo ExperTree Park – Penela
Um Parque de Arborismo onde é possível efetuar escalada, rappel e slide em árvores. Emoções na natureza que, com amigos ou em família, não pode perder!
Espinhal
GPS: 40.008527, -8.355416

Percursos pedestres
Se é adepto de caminhadas e pedaladas, a Região de Coimbra possui uma oferta diversificada de percursos pedestres.
Com os seus passadiços sobre o rio de Cavalos, o Trilho dos Gaios, no concelho de Tábua por exemplo, permite descobrir o encanto das beiras quer pela aldeia de Vale de Gaios e dos seus moinhos, pela beleza invulgar do rio de Cavalos e da sua envolvência paisagística, quer pelas pontes romanas de Sumes e de S. Geraldo, levando-nos a conhecer as aldeias de S. Geraldo e Vila Nova de Oliveirinha e daqui continuar para a Bobadela.
Qualquer que seja a sua escolha, será certamente uma aventura a desfrutar!

Infraestruturas Cyclin’Portugal
As infraestruturas Cyclin’Portugal oferecem uma rede bem estruturada de percursos e serviços dedicados ao ciclismo em Portugal. Com rotas sinalizadas e infraestruturas de apoio, como pontos de reparo e alojamentos, elas promovem o turismo sustentável e incentivam a exploração das paisagens naturais do país sobre duas rodas.
Veja quais são na Região de Coimbra.
Centro Cyclin’ Portugal da Serra do Açor
Côja | Arganil
GPS: 40.267204, -7988549
T (+351) 235 200 150
cyclinportugal@fpciclismo.pt | www.cyclinportugal.pt
Centro de BTT de Pampilhosa da Serra
GPS: 40.091584, -7.850170
T (+351) 213 802 140
centrosdebtt@fpciclismo.pt | www.fpciclismo.pt/centrosdebtt
Centro de BTT de Ferraria de São João
Penela
GPS: 39.974292, -8.323278
T (+351) 275 647 700
info@aldeiasdoxisto.pt | https://aldeiasdoxisto.pt
Centro de BTT de Gondramaz
Miranda do Corvo
GPS: 40.054965, -8.316679
T (+351) 275 647 700
https://aldeiasdoxisto.pt
Centro Cyclin’Portugal de Mortágua
Parque Verde da Ponte – Mortágua
GPS: 40.388722, -8.235819
T (+351) 231 927 460
www.cyclinportugal.pt
Centro de Estágio de Trail Running e BTT de Vila Nova
GPS: 40.055044, -8.316575
T (+351) 239 538 109
cdbvilanova.mcv@gmail.com | centrodeestagio@cm-mirandadocorvo.pt | www.cm-mirandadocorvo.pt

Centro Cyclin’Portugal de Pampilhosa da Serra
Albufeira de Santa Luzia
GPS: 40.091438, -7.850137
www.cyclinportugal.pt
Centro de BTT de Penacova
Reconquinho
GPS: 40.266752, -8.279136
www.cm-penacova.pt | www.cyclinportugal.pt
Centro Cyclin’ de Vila Nova de Poiares
https://cm-vilanovadepoiares.pt | www.cyclinportugal.pt
Centro Estágios de Luso
Centro de treinos/estágios com equipamentos de qualidade da alta competição, servindo as modalidades de Futebol, Atletismo e Rugby.
Valinho | Luso – Mealhada
T (+351) 231 205 470 | 964 241 897

Passadiços e baloiços
No Centro de Portugal, há uma crescente valorização dos passadiços e baloiços como forma de promover o contato com a natureza e proporcionar momentos de lazer ao ar livre.
Os passadiços da Região de Coimbra oferecem trilhas em cenários de grande beleza natural, que convidam os visitantes a percorrer paisagens deslumbrantes de forma acessível e segura.
Os baloiços desta região, estrategicamente posicionados em pontos panorâmicos, permitem uma experiência relaxante e contemplativa, ao mesmo tempo que oferecem vistas incríveis das redondezas.
Estes locais tornam-se destinos populares para quem procura escapar da rotina e conectar-se com a tranquilidade do ambiente natural.
Deixamos-lhe o exemplo do Baloiço da Carriça, situado em Alqueve, na freguesia de Folques. É um encantador ponto turístico no concelho de Arganil, localizado na deslumbrante Serra do Açor. Este baloiço, estrategicamente posicionado num cenário natural idílico, oferece vistas panorâmicas sobre as montanhas e vales da serra, tornando-se um local perfeito para quem busca tranquilidade e conexão com a natureza.
A Serra do Açor, conhecida pela sua rica biodiversidade e paisagens verdejantes, proporciona o cenário ideal para momentos de relaxamento e a captura de fotografias inesquecíveis.

Eventos, feiras e mercados para adquirir saborosos produtos endógenos e biológicos
Feira do Mont’Alto e Ficabeira – Feira Industrial, Comercial e Agrícola da Beira Serra > set
Cantanhede
Festival de Sopas e Bolo Mulato | Pocariça > abr
Encontro Regional de Gaiteiros e Mostra Gastronómica |Pena > mai
Mostra Gastronómica da Caçoila | Pena > mai
Feira do Bolo de Ançã | Ançã > mai
Festival Gastronómico Caldos, Caldinhos e outras Sopas | Tocha > mai
Festival Sopas & Pedras, Mostra Gastronómica de Portunhos e Outil | Outil > mai
Feira do Tremoço | Praia Fluvial Olhos da Fervença – Cadima > mai
Festival da Fava | Ourentã > mai
Tapas & Papas – Mostra de Artesanato e Gastronomia | Cantanhede > jun
Feira do Vinho e da Gastronomia de Cordinhã > jun
Sopas & Lavores – Concurso de Sopas e Mostra de Lavores | Febres > jun
Festas do Concelho | EXPOFACIC – Exposição/Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede > jul/ago
Feira do Pão e da Broa | Franciscas > set
Feira do Mel | Cantanhede > out
Coimbra
Festa da Flor e da Planta > mai
Feira das Cebolas > ago
Góis
Feira dos Santos do Mel e da Castanha > out/nov
Lousã
“Elementos à Solta” / Art meets Nature (Aldeia do Xisto da Cerdeira) > jun/jul
Festival Gastronómico Sabores de Outono > out/nov
Feira do Mel e da Castanha (Produtos Endógenos da Serra da Lousã) > nov
Mealhada
Feira do Pão e do Mel-Luso > ago
Mira
Feira dos Grelos da Região da Gândara > fev/mai
Mostra Gastronómica da Região da Gândara > 3º fim de semana de set
Miranda do Corvo
Festa das Vindimas | Lamas > set
Oliveira do Hospital
Festa do Queijo Serra da Estrela e outros Produtos locais de qualidade > mar
Festa da Castanha, Aldeia das Dez > out
Penacova
Mercado do Queijo e dos Romanos do Rabaçal > abr
Feira do Mel > set
Feira do Mel e do Campo > nov
Penela
Vinália > jun
S. Miguel | FAGRIP | Feira dos Produtos Endógenos e da Gastronomia > set/out
Soure
Festas de S. Mateus e FATACIS – Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio, Indústria de Soure > set
Tábua
Tábua de Queijos e Sabores da Beira > mar
FACIT – Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Tábua > jun/jul
Vila Nova de Poiares
Mercado Antigo de Vila Nova de Poiares > jun

Descubra na Região de Coimbra um ecoturismo autêntico, onde cada paisagem revela a harmonia entre a natureza e o bem-estar – venha vivenciar experiências únicas!
Artigo em atualização.
Todos os contributos são bem-vindos: comunicacao@turismodocentro.pt



