O Centro de Portugal é uma região privilegiada do país, cheia de belezas naturais que encantam os viajantes. Do litoral às montanhas, há inúmeras atrações para quem quer respirar o ar puro e se conectar com a natureza.

Aqui ficam algumas sugestões!

1 | RIA DE AVEIRO


A Reserva Natural das Dunas de São Jacinto é um destino obrigatório para os amantes da fauna e da flora. Um dos cordões dunares mais bem conservados da Europa. Abrange uma área aproximada de 960ha, dos quais 210ha correspondem à área marítima. Praias, charcos de água doce, dunas e pinheiros são recortados por trilhas que garantem um passeio para levar na memória, onde se observam diversas aves encantadoras, como o chapim-real, o guincho, a negrinha e o pato-marinho. Já na Ria de Aveiro, poderá observar uma abundância de aves aquáticas no seu habitat natural como garças, limícolas e flamingos.

A Pateira de Fermentelos é uma das maiores lagoas naturais da Península Ibérica, estando localizada entre os concelhos de Águeda, Aveiro, Oliveira do Bairro, antes da confluência do Rio Cértima com o Rio Águeda. Considerada uma zona húmida de elevada riqueza ecológica, está rodeada por parques de lazer, que dispõem de algumas estruturas para observação de paisagem e aves.

Em Albergaria a Velha, a Pateira de Frossos, zona palustre de antigos arrozais, constitui um complexo mosaico agrícola e apresenta uma comunidade florística e animal extremamente diversificada, que se reflete no elevado número de espécies de Passeriformes e pequenos mamíferos que utilizam sobretudo as sebes. As condições naturais permitiram a fixação de variadas espécies, merecendo destaque uma vasta colónia de cegonhas.

Localizada no extremo norte do município de Ovar, comunicando com o mar através de uma pequena abertura, encontramos a Barrinha de Esmoriz que integra a Rede Natura 2000 e está classificada como IBA (Important Bird Area). É uma lagoa costeira de média dimensão, que apresenta uma cintura de vegetação ripícola bem desenvolvida e bancos de lodo. Aqui podem ser observadas diversas aves terrestres e aquáticas. Entre as mais habituais, são de referir a garça-real e o pato-real.

A envolvente da Cascata da Cabreira, em Sever do Vouga, proporciona uma atmosfera romântica e convidativa, repleta de pequenos recantos paradisíacos, sendo mais uma das belíssimas quedas de água que o nosso país possui, com uma altura de 25 metros. Envolvida numa vasta vegetação, a Cascata da Cabreia proporciona a quem a visita, verdadeiros momentos de tranquilidade. Aproveite para explorar um pouco mais estas fragas da Serra da Cabreia e visite o Parque da Cabreia. Este parque tem excelentes acessos e permite admirar a encantadora paisagem sobre a cascata assim como toda a sua biodiversidade envolvente. Perto deste local, encontra um parque de merendas para que possa aproveitar as refeições em família ou entre amigos.

2 | VISEU DÃO LAFÕES

O ar puro da Serra do Caramulo é o melhor que a natureza tem para lhe oferecer. Situada na zona de transição entre a Beira Alta e a Beira Litoral, entre os concelhos de Vouzela, Tondela, Oliveira de Frades, Mortágua (no distrito de Viseu) e Anadia e Águeda (no distrito de Aveiro), a serra combina florestas e zonas de vegetação rasteira com cursos de água cristalina e pequenas cascatas, onde aldeias com casas e espigueiros em granito se implantam placidamente nos recortes da paisagem. A partir de 1920, os ares saudáveis da serra motivaram a fundação de sanatórios dedicados à cura de doenças pulmonares no local, e rapidamente a pequena vila serrana se tornou numa estância de saúde e lazer. Venha respirar nestas paisagens a perder de vista e retemperar as forças no meio da beleza natural do Caramulo.

As Serras da Freita e Arada (São Pedro do Sul e Castro Daire) integram a Rede Natura 2000 e juntamente com a Serra de São Macário (altitude máxima de 1053m), fazem parte do Maciço da Gralheira. Apresentam relevos pronunciados e zonas de falha, grandes espaços florestais, bosques de amieiros junto à água, carvalhais e azevinhais. Há também aldeias imperdíveis com casinhas de xisto e telhados de lousa, como a Pena, Covas do Monte e Covas do Rio, Fujaco, Manhouce, Coelheira ou Candal.

A Serra do Montemuro, entre os rios Douro e Paiva (Castro Daire) é um maciço montanhoso cujo ponto mais alto tem 1381m, local onde predomina a floresta, com manchas de carvalhal e extensas áreas de mato, conservando os habitats de inúmeras espécies. Por toda a serra, escondem-se aldeias que vale a pena descobrir como, Moura Morta, Campo Benfeito, Mezio, Relva ou Ester de Cima e Ester de Baixo. Há também um Penedo da Saudade, com uma magnífica panorâmica sobre as serras do Montemuro, São Macário e Arada.

Existe ainda uma Rede Municipal de Miradouros com vistas igualmente fantásticas, onde se destacam em Castro Daire, entre Ribolhos e Vale de Carvalho, Monte de São Lourenço, em Moledo, Carreirinhos, na freguesia de Pepim, a Serra do Cimal, entre as freguesias de Pepim e Reriz, Santa Bárbara, no limite da freguesia de Almofala, Cetos, junto à aldeia de Cetos, e na Serra do Montemuro, perto da capela das Portas do Montemuro.

3 | REGIÃO DE COIMBRA

A Reserva Natural do Paul de Arzila situa-se na margem esquerda do rio Mondego, abrangendo os concelhos de Coimbra, Condeixa-a-Nova e Montemor-o-Velho. Quanto ao património natural, no domínio da flora, a zona do caniçal é ocupada pelas tabuas Typha sp. e pelo bunho Scirpus lacustris. Comporta uma variada população de aves onde se incluem núcleos reprodutores de Garça-vermelha e Garça-pequena. É importante zona de passagem outonal para migradores transarianos, em particular passeriformes.

Seguimos! A Ilha da Morraceira aparece com surpresa, quase no ponto em que o Mondego se deixa abraçar pelo Oceano Atlântico, imediatamente a sul da Figueira da Foz, constituída por vastas extensões de sapais, caniçais, salinas, pisciculturas e arrozais. É um local de enorme interesse ornitológico, possuindo uma das mais ricas comunidades de aves limícolas que, particularmente durante os períodos de passagem migratória, frequentam o estuário durante a maré-baixa, refugiando-se nas salinas quando a maré sobe. Entre as aves de maior porte, podem ser observados flamingos, garças-brancas-pequenas e garças-reais. Na época de nidificação a diversidade é mais reduzida, destaca-se o pernilongo e o borrelho-de-coleira-interrompida.

O Concelho de Soure possui um oásis de biodiversidade, tal como o Paul da Madriz situado num vale cada vez mais uniformizado, mas que ainda possui áreas agrícolas e florestais de elevado interesse para a avifauna. Esta área surge-nos como uma ilha de esplendorosa natureza e vida selvagem. É um espaço pouco significativo em termos de área ocupada, mas pleno de diversidade, de beleza, de valor, de importância na sobrevivência das espécies. Com destaque para espécies como a Lontra, a Salamandra-portuguesa, o Cágado-mediterrânico, o Garçote, o Rouxinol-grande-dos-caniços, a Garça vermelha o Falcão ou o Pato-real e, entre os peixes, a Boga e o Ruivaco.

A Serra da Lousã abrange os concelhos de Lousã, Góis, Miranda do Corvo (Região de Coimbra), Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos (Região de Leiria). Faz parte de uma das formações montanhosas mais importantes de Portugal: a Cordilheira Central. É predominantemente xistosa, onde subsistem vestígios da floresta sempre-verde dos climas temperados. Nas zonas mais altas, ensolaradas e secas, encontramos a azinheira, nas zonas mais soalheiras, o sobreiro, nas zonas mais húmidas e frias, os castanheiros e carvalhos (Quercus robur e Q. pyrenaica). Às linhas de água estão associados habitats bem conservados, destacando-se as comunidades de Azereiro (Prunus lusitanica) com Azevinho (Ilex aquifolium).

Um passeio pelos inúmeros trilhos pedestres/BTT nas Aldeias do Xisto permite contatar com uma elevada diversidade de paisagens, algumas de cortar a respiração pela sua beleza e magnitude. Pelo caminho, o visitante poderá cruzar-se com a variada fauna ali existente, como o corço, o veado, o milhafre, o javali, entre outros.

Situada na Cordilheira Central, entre a Serra da Lousã e a Serra da Estrela, abrangendo os concelhos de Arganil e Pampilhosa da Serra, a Serra do Açor é uma zona de montanha predominantemente xistosa, com altitudes que oscilam entre os 400m e os 1016m. Alberga duas áreas de especial interesse: a Reserva Natural Parcial da Mata da Margaraça e a Reserva de Recreio da Fraga da Pena. Marcada, fundamentalmente, pelo encaixe dos Vales do Alva e do Ceira, afluentes do Mondego, a Serra do Açor tem nesses vales uma monumentalidade única onde os socalcos mostram o saber e o engenho da gente. Serra acima, a paisagem deixa-se descobrir generosamente e, por entre as curvas, as casas de xisto do Piódão, que parecem estar em precário equilíbrio, desenham um quadro surpreendente.

Aventure-se até ao Miradouro da Cruz Alta, um dos pontos mais alto da Serra do Buçaco onde a montanha atinge uma altitude de 547 metros de altitude, a partir da qual se inicia a inclinada vertente para o Luso. É, pois, um local privilegiado para apreciar a paisagem do Buçaco. As vistas a partir deste local são deslumbrantes, avistando-se desde o Oceano Atlântico (a Oeste) à Serra da Estrela (Sudeste), passando pela Serra do Caramulo (Nordeste). Os seus verdes intensos são pedidos perfeitos para uma caminhada para descobrir uma flora deslumbrante, que inclui mais de 700 espécies.

4 | SERRA DA ESTRELA

A Serra da Estrela, o mais alto maciço de Portugal continental, apesar de ser mais visitado durante os meses de inverno, merece ser visitada independentemente da estação do ano! Chegar à maior cadeia de montanhas de Portugal é sentir uma sensação de pequenez incomparável e sentida em poucos sítios do país: perante os vales, lagos (glaciares nos meses de inverno) e natureza, a Serra da Estrela transporta-nos para uma calma e serenidade gratuita.

Contemple os ‘cântaros’ da Serra da Estrela, no Covão d’Ametade: uma antiga lagoa de origem glaciar situada a quase 1.500 metros de altitude, no sopé do maciço do Cântaro Magro, onde nasce o rio Zêzere. Aqui, podem fazer-se piqueniques e é permitido acampar. Ao mesmo tempo, é possível contemplar o afloramento granítico dos cântaros, nome pelo qual são conhecidos os diversos cumes da Serra da Estrela.

Viaje de balão no Centro Interpretativo do Vale Glaciar do Zêzere: Na antiga Casa dos Guardas Florestais em Manteigas, é possível visitar o Vale Glaciar do Zêzere sem sair de dentro de quatro paredes. Tudo isto com a ajuda de um simulador que recria uma viagem de balão sobre aquela área, num percurso de 13 quilómetros, e ajuda a compreender o fenómeno da glaciação. Ali, conheça também melhor a fauna e flora do concelho e os percursos pedestres disponíveis.

Percorra a Grande Rota do Zêzere: no total, são cerca de 370 quilómetros devidamente sinalizados, que começam no Covão d’Ametade e se estendem ao longo de uma paisagem dominada pelo Zêzere e pelas Aldeias do Xisto, até à localidade de Constância. Há percursos pedestres e também para BTT, que podem ser percorridos durante todo o ano, e estão previstas variantes para quando o caudal do rio é maior. Pode ser dividida em nove percursos mais pequenos, como se explica no site desta grande rota.

5 | REGIÃO DE LEIRIA

Constitui um convite para uma longa descoberta, o maciço da Serra de Sicó, cuja serra ascende aos 559m de altura, o qual corresponde a um conjunto de relevos calcários quer pelas formas de superfície, quer pelas formas de profundidade. A riqueza e diversidade florística proporcionam, em Sicó, itinerários que surpreendem: a Mata da Bufarda, centenárias manchas de Carvalhal ou as incríveis Orquídeas.

Local de excelência para veraneantes, a Lagoa da Ervedeira é sinónimo de paz, passeio, lazer e natureza. Lagoa com uma extensão de 230 a 700 metros, com 2 km de margem, e situa-se na fronteira entre a Mata do Urso e a do Pedrógão, a norte do Pinhal de Leiria. Localiza-se a 6 km da praia do Pedrógão e é uma lagoa de água doce. Está equipado com parque de merendas.

Rodeadas pela natureza, as Lagoas de Arrimal, no concelho de Porto Mós, criam uma paisagem interessante e convidativa, num cenário de serra envolvente. Pelas suas características, as lagoas reúnem uma fauna peculiar que inclui a galinha-d’água, o mergulhão pequeno, o sapo comum, a rã-verde e a cobra-de-água. Nas suas margens podem-se fazer pic-nics, admirar o Lavadouro onde as populações, antigamente, lavavam a roupa ou, simplesmente, descansavam à sombra das árvores.

O Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros é um dos mais belos parques naturais de Portugal. E o que não falta, são tesouros escondidos para explorar. Grutas mágicas, riquíssimo património histórico, majestoso relevo cárstico, moinhos encavalitados nos serrados, milenares pegadas de dinossauros, surpreendentes lagos e nascentes, imponentes anfiteatros naturais, soberbos trilhos pedestres e deliciosa gastronomia compõem o menu deste fantástico destino de Portugal que deixa qualquer amante da natureza apaixonado e com vontade de regressar.

6 | MÉDIO TEJO

Os amantes da vida selvagem podem explorar a Reserva Natural do Paul do Boquilobo que alberga a mais importante colónia de garças do território português, entre outras espécies raras de aves. Nesta área foram identificadas 317 espécies de plantas, 221 espécies de aves, 27 espécies de mamíferos e 13 espécies de anfíbios. Localizado entre os concelhos da Golegã e de Torres Novas, foi a primeira área portuguesa a fazer parte da Rede Mundial de Reservas da Biosfera da Unesco, sendo apontado como um exemplo das zonas húmidas de elevado valor. Ocupa uma área total de 5.896 hectares e inclui um observatório de aves e um centro de interpretação.

Situada no Rio Zêzere numa zona de grande beleza, a albufeira da Barragem do Castelo do Bode é uma das maiores em Portugal e estende-se ao longo de 60 kms entre os concelhos de Tomar, Abrantes, Sardoal e Ferreira do Zêzere.

Rodeada por vegetação frondosa em que o pinhal é predominante, a albufeira oferece excelentes condições para a prática de desportos náuticos ou simplesmente para o lazer em contacto com a natureza. Quem quiser conhecer este grande lago em pormenor tem à sua disposição um cruzeiro de barco, que o levará por entre as paisagens deslumbrantes dos recantos desta albufeira, como a Ilha do Lombo, um pedaço de terra onde existe uma estalagem, ideal para passar uns dias em absoluta tranquilidade.

7 | OESTE

O Oeste é uma região com um rico património natural. Ao longo da costa do Oeste encontram-se as mais belas praias e belas manchas florestais, com extraordinárias arribas, falésias e grutas. A Mata Nacional do Vimeiro é só um dos incríveis locais que poderá visitar.

A Serra de Montejunto com a sua Área de Paisagem Protegida. Parte integrante do Maciço Calcário Estremenho, este é, também, o ponto mais elevado da região Oeste. Entre a subida pelas muitas ruas estreitas, pequenos moinhos vão pautando a paisagem e elevando a expectativa do que vamos encontrar. E a verdade é que não saímos defraudados. Graças ao microclima de transição entre a influência marítima e a continental, a fauna e a flora são ricas e diversificadas. Durante uma caminhada poderá observar gaviões, pardais, lavercas, cotovias, peneireiros e até rabirruivos, bufos, corujas, melros pretos e azuis, fuinhas.

Separada do Oceano Atlântico por um cordão de dunas, a Lagoa de Óbidos mistura água doce e salgada, criando um ecossistema interessante. Muito procurada no Verão, pelas suas águas calmas, mas é no tempo mais frio que a lagoa se enche de vida. Constitui um frágil ecossistema onde diversas espécies encontram um privilegiado habitat. Numerosas aves aquáticas e migratórias podem aqui ser observadas, mas é sobretudo ao nível dos moluscos bivalves que reside a importância da fauna desta Lagoa

As Serras do Socorro e Archeira constituem locais onde se verifica a presença de elementos com valor patrimonial de elevado cariz natural, histórico, cultural e paisagístico. Quanto à fauna e flora, salienta-se a diversidade de espécies da avifauna, pequenos mamíferos e borboletas, vegetação característica da serra e várias espécies de orquídeas.

Situado sobre o leito do rio Tornada, o Paul de Tornada é a principal zona húmida de água doce da região oeste, sendo também um dos mais sítios importantes desta região para aves de caniçal. Estando bem servido de acessos, este é um local relativamente fácil de encontrar. Nele coexistem num complexo equilíbrio biológico, numerosas espécies de aves, répteis, anfíbios, insetos e mamíferos. Local ideal para a nidificação de aves, que aí encontram abrigo, alimento e condições de vida. Das 122 espécies já recenseadas no Paul, 66 são internacionalmente protegidas e 15, de entre as quais a lontra e o cágado-de-carapaça-estriada, pertencem à lista de espécies ameaçadas em Portugal.

8 | BEIRA BAIXA

As Serras da Gardunha, Penha Garcia, Talhadas, Malcata, Cabeço Rainho e Muradal, abrigam uma enorme biodiversidade e riqueza geológica, permitindo observar aves raras e em vias de extinção ou, simplesmente, admirar paisagens e processos geológicos de grande interesse internacional. Para além das serras, destaca-se o Geopark Naturtejo, incluindo o Monumento Natural das Portas de Ródão que marcam a paisagem.

O território Geopark Naturtejo reconhecido pela UNESCO possui uma das mais densas redes de percursos pedestres, de pequena e grande rota, do país. São mais de 1000 km de trilhos e caminhos rurais para a descoberta da sua natureza, milenar história e vibrante cultura, correspondendo à malha unificadora dos múltiplos polos de atração para um turismo ativo.

O principal motivo que levou à criação da Reserva Natural da Serra da Malcata foi a preservação do lince-ibérico e do seu habitat. Este felino que corre perigo de extinção é uma espécie endémica da Península Ibérica. O seu tamanho é bastante menor do que os linces eurasiáticos e a característica mais marcante é o tufo de pelos negros, em formato de pincel, no topo das orelhas triangulares. Para viver, ele prefere locais tranquilos cobertos de vegetação densa e rasteira, longe das populações, onde pode caçar livremente coelhos-bravos e lebres, a sua alimentação preferida.

Avistar um lince-ibérico não será certamente fácil, mas a fauna da Reserva Natural é muito diversificada, pelo que poderá observar outros mamíferos e vários tipos de aves de rapina, entre as quais se destaca o abutre-negro, cujas asas abertas chegam a atingir mais de três metros.

Aventure-se a conhecer estes lugares ímpares!

(Artigo em permanente atualização. Agradecemos todos os contributos ou sugestões para: comunicacao@turismodocentro.pt)