O Cadaval situa-se no extremo norte do distrito de Lisboa, na sub-região Oeste e na região Centro, possuindo cerca de 14 mil habitantes distribuídos por 7 freguesias: Alguber, Cadaval/Pêro Moniz, Lamas/Cercal, Painho/Figueiros, Peral, Vermelha e Vilar.
De imagem marcadamente rural, são emblemáticas as suas encostas de pomares e vinhedos verdejantes.
A Pera Rocha é rainha da economia local, representando o Cadaval o principal produtor e exportador deste fruto de caraterísticas peculiares.
O Vinho produzido no concelho chega, tal como a Pera, a diversos países do mundo, tendo acumulado diversos prémios nacionais e internacionais ao longo dos anos. O vinho Leve é hoje outro dos “cartões-de-visita” do concelho.
Na doçaria, distingue-se o pão-de-ló Ti Piedade, produzido na localidade do Painho, cujo reconhecimento de qualidade é já internacional.
Ex-libris do Cadaval é a serra de Montejunto, área de paisagem protegida de âmbito regional, também conhecida por “Varanda da Estremadura” pelas longínquas vistas que permite alcançar do alto dos seus 666 metros de altitude. Dadas as suas caraterísticas singulares, que lhe conferem uma ampla e rica biodiversidade, a Serra de Montejunto detém uma vasta área com classificação de âmbito regional – Área de Paisagem Protegida, integrada na Rede Natura 2000.
A serra de Montejunto é um importante polo de atração turística, sendo as suas grutas e algares, a sua fauna e flora a par do património natural e cultural, onde se destaca a Real Fábrica de Gelo, monumento nacional setecentista, a Capela de Nossa Senhora das Neves, o Convento da Ordem de São Domingos / Convento dos Dominicanos, sendo alguns dos pontos de interesse a visitar.
O Museu Municipal, com um espólio que mostra a evolução do território num percurso que abrange a Paleontologia, a Arqueologia, a História e o Património Cultural e Núcleo Museológico do Moinho das Castanholas, moinho de armação metálica de 1948, que funciona como testemunho da atividade industrial moageira que outrora proliferou no concelho.
A “Festa das Adiafas e Festival Nacional do Vinho Leve” ou o “Pintar e Cantar de Reis” são dois símbolos do património imaterial local, amplamente participados pelas populações locais e visitantes oriundos de fora do concelho, a que se juntam as festas e tradições religiosas.
O Cadaval apresenta-se como destino privilegiado para o investimento e fixação de pessoas, um Concelho reconhecido enquanto Território Rural de Excelência.