PENALVA DO CASTELO ComVIDA!

Penalva do Castelo, habitado desde tempos imemoriais, existe como concelho, pelo menos desde o século XIII. Existem vestígios disseminados pelas freguesias que atestam o povoamento remoto das Terras de Penalva, tais como: Anta do Penedo do Com, Castro da Paramuna, Mosteiro do Santo Sepulcro, ponte e estradas romanas e várias sepulturas antropomórficas.

A Igreja da Misericórdia e a Casa da Ínsua são dois ex-libris do concelho. Existem ainda outros solares e palacetes de inegável interesse histórico e arquitetónico.

A sede do concelho – “Castendo” (topónimo derivado de Castenetum – alusivo a castanha) – passou a denominar-se Penalva do Castelo a partir de 1957.
O Município carateriza-se por ser um território constituído por terrenos férteis de regadio, graças aos rios Dão, Coja, Ludares e Carapito e aos abundantes regatos que o sulcam: sobretudo nas encostas a Norte do rio Dão estendem-se generosos vinhedos e pomares; a sul predominam as pastagens que permitem produzir queijo de excelente qualidade. O pinheiro-bravo destaca-se entre as espécies que cobrem as áreas florestais do concelho. A natureza é pródiga e oferece deslumbrantes paisagens e apetecíveis recantos.

O Vinho do Dão, o Queijo da Serra e a Maçã Bravo de Esmolfe constituem a “trilogia de excelência” dos produtos endógenos. São um valor acrescentado para o sustento de muitas famílias e uma mais-valia para alavancar a economia local.

A gastronomia é rica e variada e torna o concelho um destino ímpar para degustar sabores genuínos e tradicionais em ambientes acolhedores e hospitaleiros.

A Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia conjugam sinergias e sinalizam a singularidade e o potencial destes produtos de superior qualidade, sobretudo nos certames anuais da Feira/Festa do Pastor e do Queijo (segundo fim-de-semana de fevereiro), Feira da Maçã Bravo de Esmolfe (segundo sábado de outubro) e Prova Técnica de Vinhos “Dão de Penalva do Castelo” (25 de agosto).