No Verão de 1484, quando em Lisboa alastrava “a doença contagiosa”, a Rainha D. Leonor seguiu para a Vila da Batalha ao encontro de D. João II, onde ambos assistiram às exéquias por alma de D. Afonso. Pelo caminho a Rainha terá visto o triste espetáculo dos pobres andrajosos e outros doentes a banharem-se nas águas sulfurosas, em condições tão desumanas que deveras a sensibilizaram. Logo ali terá formulado o voto de que se o Senhor Deus lhe desse vida, “os pobres de Jesus Cristo, Seu filho, terão melhor comodidade em suas curas”.
D. Leonor mandou logo levantar ali um grande padrão de alvenaria, provavelmente para lhe não esquecer o lugar. Logo no ano seguinte iniciou a construção de um Hospital para que todos ali se pudessem tratar com algum conforto. (1485)
Á volta deste pequeno Hospital, começou a desenvolver-se um núcleo populacional, que é hoje o centro histórico e o Largo João de Deus. A esta povoação se chamou mais tarde Caldas da Rainha.
Também à volta do Hospital se erigiu a famosa Igreja Pré-manuelina da Nª. Senhora do Pópulo.
Posteriormente no séc. XVIII no reinado de D. João V o edifício é transformado no majestoso exemplar que hoje existe.
Mais tarde no final do séc. XIX, a administração de Rodrigo Berquó remodelou-o sem alterar qualquer aspeto da sua harmonia decorativa, construindo no largo o pavilhão novo e os pavilhões no parque.

Meios Complementares de Tratamento

Fisioterapia, Eletroterapia, Fototerapia, Termoterapia, Cinesiterapia e Mecanoterapia.
Apoio ao Hospital Distrital em situações de emergência.