O mosteiro, inicialmente masculino, tem a primeira referência documental em 1154. Em 1183 é instituído como convento feminino. No século XVI, é alvo de tentativa de reforma por parte das religiosas cistercienses. Destacam-se o claustro inferior quinhentista e a igreja de finais do séc. XVII. Os caixotões do tecto da capela-mor estão decorados com representações da vida de S. Bento. Destaque para a talha dourada do retábulo principal. O portal exterior reflecte a linguagem barroca, ostentando medalhão com a imagem de S. Bento e o escudo da Ordem, envolto por aletas.